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Rapper Oruam é processado por disparar arma de fogo em evento público

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O rapper Oruam, cujo nome artístico é Ueriton do Nascimento, tornou-se réu em um processo movido pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP) sob a acusação de disparo de arma de fogo. A decisão judicial surge após uma denúncia formalizada pelo órgão, que aponta o incidente ocorrido em dezembro de 2024.

O episódio em questão teve lugar na cidade de Igaratá, a aproximadamente 100 quilômetros da capital paulista. De acordo com a denúncia, Oruam teria efetuado um disparo com uma espingarda, possivelmente de modelo pump action, em meio a um evento. A ação, que ocorreu na presença de várias pessoas que registraram o momento em vídeo, foi posteriormente compartilhada pelo próprio músico em suas redes sociais, especificamente em seu perfil no Instagram.

O ato de disparar arma de fogo em local público ou em desacordo com determinação legal constitui crime tipificado no artigo 15 do Estatuto do Desarmamento (Lei nº 10.826/2003), com penas que variam de dois a quatro anos de reclusão, além de multa.

A reportagem buscou contato com a defesa do artista para obter um posicionamento sobre o caso, mas não obteve retorno até o fechamento desta matéria. O espaço permanece aberto para manifestações futuras.

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Oruam se manifesta contra a violência no Rio de Janeiro

Em outro contexto, Oruam utilizou suas plataformas digitais para expressar sua preocupação com o aumento da criminalidade no Rio de Janeiro. O cantor fez um apelo direto aos criminosos, pedindo que cessem os assaltos e homicídios de trabalhadores na capital fluminense.

“O papo vai para os menores do roubo, que estão roubando o Rio de Janeiro todo aí. Pega a visão, mano. Vocês estão fazendo feião, mano. Estão roubando vários trabalhadores na rua, e estão matando vários trabalhadores na rua, mano. Pais de família. Vocês estão matando vários trabalhadores por causa de uma moto, mano”, declarou o artista, visivelmente incomodado com a situação.

O rapper argumentou que artistas como ele acabam sendo associados indevidamente a esses atos criminosos, uma vez que suas músicas frequentemente retratam a realidade das favelas cariocas. “Vocês estão manchando nós, mano. Manchando a favela”, lamentou Oruam.

Ele também ressaltou que nem mesmo os artistas estão imunes à violência, citando o caso do rapper Chefin, que teria sido vítima de um assalto onde seu cordão de ouro foi levado.

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“Vagabundo rouba mesmo, mano. Tipo assim, vagabundo está confundindo os bagulhos”, pontuou o músico, finalizando sua manifestação com uma declaração clara de repúdio a esse tipo de crime.

Rapper Oruam é processado por disparar arma de fogo em evento público

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Multibloco Celebra a Bahia em 2026 com Retorno de Tema Icônico e Novas Atrações

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A energia contagiante do Multibloco retornará às ruas do Rio de Janeiro e de Niterói no Carnaval de 2026 com uma celebração especial: o tema “Multibloco 2026 – De volta à Bahia”. Dez anos após sua primeira homenagem, o bloco reedita um dos seus tributos mais queridos, mergulhando na riqueza da cultura baiana, celeiro de ritmos, melodias e tradições que moldaram o carnaval brasileiro.

Os desfiles oficiais estão agendados para o dia 14 de fevereiro, Sábado de Carnaval, na Lapa, Rio de Janeiro, e no dia 18 de fevereiro, Quarta-feira de Cinzas, em Niterói. A abertura dos cortejos promete ser um espetáculo à parte, com a utilização de defumadores para “abrir os caminhos”, seguida por um vibrante leque de performances artísticas que mesclam música, dança e fortes referências da cultura afro-brasileira. Entre os nomes que abrilhantarão os desfiles, destacam-se Bruna Christine, que ostentará o título de Deusa de Ébano, finalista do concurso Beleza Negra do Bloco do Ilê Ayê, e as talentosas ritmistas e performers Fernanda e Júlia, que prestarão homenagem às orixás Iansã e Iemanjá.

Antes da folia oficial, o público terá a oportunidade de vivenciar a efervescência do Multibloco em uma série de ensaios pré-carnavalescos. O primeiro grande encontro com trio elétrico acontecerá no dia 1º de fevereiro, na Lapa. Em Niterói, o ensaio técnico está marcado para o dia 3 de fevereiro. Já no dia 9 de fevereiro, a Lapa será palco de um ensaio geral aberto, sediado na tradicional Cordão da Bola Preta. Para os que não conseguem esperar, no dia 12 de fevereiro, o bloco fará uma participação especial na abertura do Bloco Dus Impussivi, no Centro do Rio de Janeiro.

O Multibloco, fundado por Lino Amorim, responsável pela direção musical, e pela Maestrina Thais Bezerra, uma figura pioneira que há 17 anos rege a bateria do bloco, é um símbolo de diversidade, alegria e expressão cultural. O projeto se consolidou como um dos mais proeminentes blocos percussivos da cidade, reunindo atualmente cerca de 280 ritmistas e expandindo sua atuação para além dos desfiles de carnaval, com apresentações em formato de banda e módulos temáticos ao longo do ano.

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“Minha expectativa para o Carnaval do Multibloco 2026 é de celebração e retorno a um tema que foi escolhido pelos integrantes e foi muito marcante na nossa história, com novo olhar, novas músicas, 10 anos depois”, pontua Thais Bezerra. Ela acrescenta: “Trazer a Bahia como tema é reafirmar a força das afro-brasilidades que atravessam nossa música e a minha própria trajetória. Sendo uma mulher estando à frente da bateria há quase duas décadas, regendo mais de 200 pessoas, é uma construção coletiva de resistência, aprendizado e afeto. O Multibloco faz parte da minha formação como percussionista, maestrina e pesquisadora. É um projeto feito de encontros, onde pessoas viram família, a equipe é unida e seguimos sonhando juntos, acreditando e fazendo o Carnaval acontecer ano após ano.”

A atuação do Multibloco também se estendeu para Niterói, onde o bloco promove oficinas no bairro do Cafubá, na Escola Democrática, e realiza seus desfiles na Praia de Piratininga, na Quarta-feira de Cinzas, consolidando sua presença cultural fora da capital fluminense.

Serviço – Multibloco 2026 | De volta à Bahia

Ensaios e apresentações pré-carnaval:

01/02 – Ensaio geral com trio elétrico – Lapa (RJ)

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Concentração: 8h

Horário: Das 9h às 12h

Trajeto: Da Rua Av. Henrique Valadares, 75 R. dos Inválidos, 106

03/02 – Ensaio técnico – Niterói

Horário: Das 19h às 22h

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Endereço: Praça Zumbi dos Palmares – Cantareira.

09/02 – Ensaio geral aberto

Local: Sede do Cordão da Bola Preta

Horário: das 19h às 22h

Endereço: Rua da Relação 3, Lapa. Esquina com a Rua do Lavradio.

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12/02 – Abertura do Bloco dus Impussivi

Horário: Das 18h às 19h

Endereço: Av. Chile em frente a Petrobras

Desfiles oficiais:

Tema: Multibloco 2026 – De volta à Bahia

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14/02 (sábado de Carnaval) – Lapa – Rio de Janeiro

Concentração: 7h

Desfile: 8h às 12h

Trajeto: Av. Henrique Valadares, 75 → Rua dos Inválidos, 106

18/02 – Niterói

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Concentração: 8h

Desfile: 9h às 12h

Trajeto: Praia de Piratininga, em frente ao Quiosque do Pinguim

Multibloco Celebra a Bahia em 2026 com Retorno de Tema Icônico e Novas Atrações

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Virginia Fonseca se Pronuncia Após Desabafo de Lucas Guedez Sobre Encerramento do ‘Sabadou’

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A influenciadora Virginia Fonseca veio a público se manifestar após o stylist Lucas Guedez expressar suas impressões sobre o encerramento do programa ‘Sabadou’, exibido pelo SBT.

O desabafo de Guedez, que participava da atração, gerou repercussão, e Fonseca, que também teve envolvimento com o projeto, decidiu responder publicamente.

Virginia Fonseca se Pronuncia Após Desabafo de Lucas Guedez Sobre Encerramento do 'Sabadou'

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Análise Astrológica Sugere Raízes Profundas para Violência em Caso Orelha

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A astróloga Monica Buonfiglio, em declarações recentes à imprensa, traçou um paralelo entre a brutalidade observada nos jovens envolvidos no caso do cão Orelha e possíveis influências de existências anteriores. Segundo a especialista, a conduta dos adolescentes pode ser interpretada como um reflexo de “maldade impregnada no espírito”, sugerindo que as ações violentas não seriam meros impulsos momentâneos, mas sim manifestações de questões mais complexas e de longa data.

Buonfiglio explicou que sua análise se baseia em interpretações astrológicas que buscam compreender as motivações por trás de comportamentos extremos. A ligação com “vidas passadas” aponta para um entendimento de que as almas carregariam consigo aprendizados e desafios de ciclos anteriores, que poderiam se manifestar em padrões comportamentais na vida atual.

A profissional não detalhou os aspectos específicos de sua leitura astrológica que a levaram a essa conclusão sobre os jovens em questão, mas enfatizou que a violência observada no episódio do cão Orelha demanda uma investigação aprofundada sobre as origens do sofrimento e da agressividade. A perspectiva apresentada pela astróloga adiciona uma camada de interpretação esotérica a um caso que já chocou a sociedade pelos atos de crueldade.

Análise Astrológica Sugere Raízes Profundas para Violência em Caso Orelha

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