O relacionamento de Paulinho e Gerluce em Três Graças atinge um ponto crítico. Uma revelação surpreendente e uma subsequente convocação à delegacia colocam em xeque a confiança do policial e prometem impactar o desenrolar de uma investigação central na trama. Tudo começa com uma observação atenta de Paulinho.
O policial, vigilante aos passos de Cláudia, flagra Gerluce embarcando em um carro na companhia de Rogério. A cena contradiz diretamente a versão apresentada anteriormente por Gerluce, que afirmara desconhecer o paradeiro de Rogério. Sentindo-se enganado, Paulinho decide investigar mais a fundo, reunindo evidências que sugerem que sua companheira esconde informações cruciais.
A pressão aumenta quando Paulinho confronta Gerluce. Sob interrogatório, ela demonstra dificuldade em sustentar sua história. A situação transcende o âmbito pessoal e assume contornos legais, culminando na convocação formal de Gerluce à delegacia para prestar esclarecimentos. A medida coloca a personagem em uma posição extremamente delicada.
Gerluce em pânico com intimação policial
A convocação causa desespero em Gerluce, que teme que segredos do seu passado, possivelmente ligados ao roubo das Três Graças, venham à tona. O receio se estende além do seu relacionamento com Paulinho, com o risco iminente de ter toda a sua vida exposta às autoridades.
Em meio ao turbilhão, Rogério adota uma postura protetora, oferecendo-se para acompanhar Gerluce à delegacia. Seu objetivo parece ser controlar a narrativa e evitar que detalhes comprometedores sejam revelados. Rogério se dispõe a depor, alegando poder esclarecer os fatos e afastar qualquer suspeita grave contra Gerluce.
A chegada conjunta de Gerluce e Rogério ao local causa espanto. Paulinho, Jairo e Juquinha demonstram surpresa ao vê-los juntos, especialmente considerando as dúvidas que a presença de Rogério já levantava. O clima se torna tenso, carregado de expectativa e desconfiança, com a necessidade de que a versão apresentada seja confirmada.
Encenação bem-sucedida leva à reconciliação
Diante dos investigadores, Gerluce encena seu papel. Emocionada, ela se apresenta como vítima das circunstâncias, admite a mentira e pede perdão a Paulinho, justificando suas ações pelo medo e pelo desejo de proteger pessoas queridas. O discurso comove o policial em um momento de vulnerabilidade.
Em seguida, Rogério apresenta sua versão dos fatos. Com cautela, ele omite informações chave e constrói um relato que minimiza qualquer ligação direta com Gerluce, afastando a intenção criminosa. A narrativa é habilmente elaborada para convencer os presentes da ausência de má-fé.
A estratégia da dupla surte efeito. Apesar das evidências e da desconfiança inicial, Paulinho decide acreditar na versão apresentada e perdoa Gerluce, para surpresa de seus colegas. A reconciliação é selada com um beijo apaixonado na delegacia, evidenciando a habilidade de Gerluce em manipular a situação e seguir adiante sem levantar novas suspeitas imediatas.
Resta a incerteza sobre a durabilidade dessa versão. Em Três Graças, o amor, a mentira e o perigo continuam entrelaçados, prenunciando novos conflitos e reviravoltas.