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Roupa Nova em alto-mar: Banda fala sobre gravação de DVD, Big Brother Brasil e público fiel

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Em celebração a mais um ano de trajetória artística, o grupo Roupa Nova embarcou em um cruzeiro especial. Durante a viagem, os integrantes concederam uma entrevista exclusiva e compartilharam detalhes sobre a gravação de um novo DVD, que ocorrerá neste domingo (4/1), e também comentaram sobre o reality show Big Brother Brasil. A banda, que tem estreia prevista para o dia 12, foi questionada sobre a possibilidade de participar do programa.

O tema do BBB surgiu após uma lembrança sobre a ausência do baterista Serginho Herval no cruzeiro do ano passado, devido a um acidente doméstico, o que gerou especulações sobre um possível confinamento do músico. Questionado sobre a hipótese de integrar o elenco do programa, Herval brincou: “Nem me pagando muito”. Já o vocalista Nando expressou sua opinião sobre o reality: “Com todo respeito ao programa, que eu acho uma merda”, declarou. Em contrapartida, o tecladista Feghali revelou ser um espectador assíduo: “Eu assisto, eu gosto”.

A banda também abordou a conexão com seu público diversificado. Um dos membros descreveu a emoção de subir ao palco: “Subir no palco é sempre uma emoção, como se fosse a primeira vez. É muito legal, eu amo subir no palco, receber o carinho das pessoas. Não tem dinheiro que pague”. Ele também comentou sobre a demografia dos fãs, revelando que “70% do nosso público tem entre 24 e 35 anos”, sem deixar de lado a base de fãs de longa data.

Sobre novidades musicais, Nando mencionou o EP “Nossas Canções”, no qual cada integrante compôs e produziu uma faixa, refletindo suas vivências atuais. “Acho que a grande ideia é mostrar para as pessoas que a gente não está deitado em louro. Uma banda que tem 53 hits nacionais e mais de 30 músicas em novelas, talvez não precisasse mais lançar nada novo, mas a gente não é assim”, garantiu. Ele enfatizou o compromisso contínuo com a criação musical, afirmando que a banda “continua pensando neles e criando coisa nova”.

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A gravação do DVD acontecerá a bordo do navio, com início às 17h do domingo (4/1), para capturar o pôr do sol. O show, intitulado “Simplesmente Roupa Nova”, apresentará as canções de sucesso em um formato inédito, descrito como “intimista, porém totalmente pra frente, grande”.

Em relação à continuidade do cruzeiro, embora os artistas inicialmente tenham afirmado desconhecer a realização de futuras edições em 2027, Eduardo Cristófaro, da PromoAção, confirmou no palco: “Enquanto houver PromoAção, vai haver o navio do Roupa Nova”.

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Aos 32 anos e com R$ 1,4 bilhão, Harry Styles reinveste em complexo imobiliário de luxo e discrição

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Enquanto o mundo celebra o talento de Harry Styles nos palcos, o astro pop, que completa 32 anos neste domingo, 1º de fevereiro, tem direcionado uma parcela significativa de sua vasta fortuna para um ambicioso projeto imobiliário. Longe de ser uma simples aquisição, o artista britânico está transformando um quarteirão em Londres em uma residência colossal, unificando quatro mansões adjacentes. A iniciativa, que visa a máxima privacidade e um luxo sutil, demandará um investimento superior a R$ 200 milhões ao ser concluída.

Essa notável expansão em Londres é apenas uma faceta da estratégia de Styles para gerenciar sua fortuna, estimada em R$ 1,4 bilhão. O cantor e empresário busca refúgios estratégicos para escapar do assédio da fama. Nos Estados Unidos, ele possui um apartamento de alto padrão em Nova York, projetado para ser impenetrável a olhares curiosos. Na Europa, sua escolha recai sobre uma histórica vila de pedra na Itália, cujo acesso restrito por uma ponte de pedestres garante a tranquilidade desejada.

Harry Styles, que ascendeu à fama ainda na adolescência com o fenômeno One Direction, demonstra maturidade financeira aos 32 anos. Ele tem administrado sua carreira com perspicácia, capitalizando os lucros da bem-sucedida turnê Love On Tour e diversificando seus ganhos através de contratos publicitários com marcas de luxo e investimentos estratégicos.

Coleção de Clássicos Automotivos

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Além do mercado imobiliário, o artista cultiva uma paixão por automóveis clássicos. Em contraste com a busca por veículos de última geração, Styles prefere a elegância atemporal de ícones como o Jaguar E-Type e uma Ferrari California conversível, peças que refletem um apreço pela história e pelo design, assim como sua música.

Visão Empreendedora

A visão de negócios de Harry Styles vai além da música e das propriedades. Ele lançou com sucesso a Pleasing, sua marca de produtos de beleza e lifestyle, que conquistou uma legião de fãs. Mais recentemente, o artista demonstrou seu interesse em expandir sua atuação na indústria do entretenimento ao se tornar um dos investidores de uma nova arena de shows no Reino Unido, sinalizando um futuro onde sua influência abrange desde o palco até os bastidores e as decisões financeiras.

Aos 32 anos e com R$ 1,4 bilhão, Harry Styles reinveste em complexo imobiliário de luxo e discrição

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Comissão de Direitos Humanos Alerta: Quarto Branco do BBB 26 Remete a Práticas de Tortura da Ditadura

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A dinâmica do Quarto Branco no Big Brother Brasil 26 acendeu um alerta em um órgão estatal de relevância histórica e social. A Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos (CEMDP), vinculada ao Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, emitiu uma carta aberta à produção do reality show, expressando profunda preocupação e comparando as condições impostas aos participantes a métodos de tortura utilizados durante o regime militar no Brasil.

No documento, a CEMDP aponta semelhanças alarmantes entre os desafios enfrentados no Quarto Branco e as práticas sistemáticas de violação de direitos humanos. Privação de sono, isolamento prolongado, desorientação e a exigência de manter posturas físicas extenuantes por longos períodos são citados como elementos que remetem diretamente a cenários de tortura, agora apresentados como entretenimento para milhões de espectadores.

A comissão argumenta que a questão transcende o formato de jogo. Embora o Quarto Branco já tenha aparecido em edições anteriores, a CEMDP observa uma intensificação da dinâmica nesta temporada, culminando em um episódio recente que gerou o manifesto. Ao testar os limites físicos e psicológicos dos participantes, a emissora, segundo a comissão, também expõe os limites da própria humanidade, transformando sofrimento em produto televisivo.

A crítica da CEMDP embasa-se em princípios constitucionais, destacando que o artigo 5º da Constituição Federal proíbe categoricamente a tortura e o tratamento degradante, valores que não podem ser relativizados, mesmo com o consentimento dos envolvidos ou a promessa de recompensa financeira. Ademais, a carta evoca o artigo 221, que determina que as concessões públicas de rádio e TV devem respeitar finalidades educativas, culturais e os valores éticos e sociais, padrões que, na avaliação da comissão, não são compatíveis com a exploração do sofrimento humano como espetáculo.

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A carta, endereçada à executiva Leonora Bardini, responsável pela área de conteúdos da Globo, é assinada por representantes de diferentes esferas, incluindo familiares de mortos e desaparecidos políticos, membros da sociedade civil, uma deputada da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados e uma procuradora regional da República. A abertura do documento invoca uma reflexão sobre a responsabilidade da mídia na transmissão de valores, conectando-a à preservação da memória de violações de direitos humanos.

A CEMDP detalha a gravidade da associação entre o Quarto Branco e práticas de regimes autoritários. A comissão menciona o caso de uma participante que foi obrigada a permanecer em pé sobre um pedestal por horas, uma postura identificada como método de tortura em contextos históricos. Repetir tais imagens em um reality show, sob a ótica de resistência, pode dessensibilizar o público à dor alheia e enfraquecer a compreensão social sobre a gravidade da violência de Estado.

O órgão questiona o argumento de voluntariedade dos participantes, argumentando que o consentimento não legitima situações que configuram tratamento cruel ou degradante, especialmente em uma concessão pública de TV. A memória das vítimas da repressão, segundo a carta, exige vigilância para evitar a normalização de práticas associadas à tortura sob o disfarce de jogo.

A CEMDP, criada em 1995 e recriada em 2024, tem como missão a localização e o reconhecimento de mortos e desaparecidos políticos. Sua intervenção no caso do BBB 26 é vista como parte do esforço contínuo para manter vivo o debate sobre tortura e seus impactos sociais.

O episódio específico que motivou a manifestação ocorreu quando Rafaella Jaqueira desmaiou após mais de 120 horas confinada no Quarto Branco, uma prova recorde em duração. A dinâmica envolvia isolamento, condições adversas de sono e alimentação, e a exigência de manter posições extenuantes, com o objetivo de exaurir os participantes e desorientá-los.

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A comissão enfatiza que tais cenas não devem ser vistas apenas como demonstrações de resistência. Solicita-se à emissora que reavalie o uso de dinâmicas que associam sofrimento físico e psicológico ao entretenimento, especialmente em um país que ainda lida com traumas da repressão. A TV aberta, segundo a CEMDP, tem um papel crucial na construção de valores intergeracionais.

O documento conclui com um apelo à sociedade para questionar a aceitação de tais dinâmicas, alertando que a banalização do Quarto Branco pode levar à conivência com a normalização de experiências que lembram a violência de Estado. A memória dos mortos e desaparecidos políticos, afirma a carta, exige uma postura de rejeição a qualquer forma de dessensibilização diante do sofrimento. A Globo, procurada desde o último sábado (31), ainda não se pronunciou oficialmente sobre o caso.

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Evite o Espelho: Três Cortes de Cabelo que Podem Adicionar Anos ao Seu Rosto

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A busca por um visual rejuvenescido é constante, e enquanto alguns cortes de cabelo podem ser grandes aliados nessa missão, outros, por outro lado, podem ter o efeito oposto, adicionando anos à aparência. Especialistas em beleza apontam três estilos que, dependendo da forma como são executados e das características individuais, podem não ser os mais indicados para quem deseja um ar mais jovem.

É importante ressaltar que a moda é democrática e o mais fundamental é o conforto e a satisfação pessoal com o próprio visual. No entanto, estar ciente de como determinados cortes podem impactar a percepção da idade pode auxiliar na decisão antes de uma visita ao salão.

Cortes que Podem Sugerir Envelhecimento

Corte reto na altura do queixo: Este clássico, frequentemente associado ao estilo chanel, pode, quando desprovido de camadas e movimento, conferir um aspecto mais pesado ao rosto. A linha reta que termina na região da mandíbula pode acentuar as linhas de expressão e criar uma sensação visual de “fechamento” facial, o que pode não ser o desejado para um look mais leve e jovial.

Franja excessivamente curta: Embora franjas curtas sejam vistas como modernas e descoladas, quando muito curtas, tendem a chamar atenção para a parte superior do rosto. Isso pode evidenciar a testa e as linhas de expressão naquela área, contrastando com o objetivo de rejuvenescer.

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Repicado com volume exagerado: Um estilo que remete aos anos 80 e 90, o corte repicado com muito volume, embora possa ter seu apelo, corre o risco de adicionar peso visual e uma certa desordem aos fios. Essa característica pode transmitir uma imagem de descuido e, consequentemente, fazer com que o rosto pareça mais cansado.

Alternativas Clássicas e Modernas

Para quem busca um visual que favoreça a jovialidade, cortes como o chanel (com variações modernas), o long bob e o pixie continuam sendo apostas seguras. Essas opções atemporais oferecem versatilidade e tendem a emoldurar o rosto de maneira favorável, sem adicionar anos indesejados.

Evite o Espelho: Três Cortes de Cabelo que Podem Adicionar Anos ao Seu Rosto

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