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SBT Renova Grade Esportiva: Galvão Bueno Lidera Nova Atração em Substituição ao ‘Arena’

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O SBT prepara uma reformulação em sua programação esportiva, com a extinção do programa ‘Arena’, comandado por Benjamin Back desde outubro de 2020. Em seu lugar, a emissora apostará em uma nova produção liderada por Galvão Bueno, marcando um movimento estratégico para 2026 que também contempla o retorno do ‘Viva a Noite’ com Luís Ricardo.

Conforme apurado pelo jornalista Gabriel Vaquer, da Folha de S. Paulo, a estreia da nova atração de Galvão Bueno está prevista para o fim de fevereiro de 2026, logo após o período de Carnaval. O programa ocupará as noites de segunda-feira, mantendo a tradição de um debate esportivo após o ‘Programa do Ratinho’.

A proposta do novo programa, idealizada pelo renomado narrador, busca conciliar a análise técnica, explorada em passagens anteriores por SporTV e Band, com o estilo de entretenimento característico do SBT. Entre as novidades anunciadas, destacam-se a utilização de um auditório e um quadro dedicado a entrevistas com ex-jogadores campeões mundiais pela Seleção Brasileira, visando engajar o público para as transmissões da Copa do Mundo na TV aberta.

Embora a formação completa da equipe ainda esteja em definição, a participação de Mauro Naves é dada como certa, dando continuidade à parceria com Galvão Bueno em projetos recentes. Benjamin Back pode integrar o novo formato como debatedor, dependendo de negociações futuras. Representantes da emissora e o apresentador já se reuniram formalmente para alinhar os detalhes do projeto.

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Atualmente, o SBT detém os direitos de 32 partidas do mundial de seleções, fruto de um acordo com a NSports, empresa na qual Galvão Bueno figura como um dos sócios. Em resposta à imprensa, a emissora informou que o projeto está em fase de formatação e que ainda não há anúncios oficiais sobre os nomes e detalhes.

Esta movimentação reforça o empenho do SBT em consolidar sua presença no cenário esportivo, especialmente em antecipação à Copa do Mundo, torneio cujas transmissões a emissora dividirá com Globo e CazéTV.

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Felipe Andreoli deixa a Record e se junta à ESPN para cobrir o Australian Open

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A ESPN anunciou nesta quarta-feira (14) a chegada do apresentador Felipe Andreoli ao seu time de comentaristas. Ele, ao lado do ex-tenista Bruno Soares, será o responsável pela cobertura especial do Australian Open, primeiro Grand Slam da temporada de 2026. A notícia marca a liberação de Andreoli de suas obrigações na Record, permitindo sua atuação na emissora esportiva.

A dupla focará em conteúdos multiplataforma, explorando os bastidores do torneio, a paixão da torcida brasileira e a rotina dos atletas fora das quadras. As produções serão veiculadas nas redes sociais, no canal do YouTube da ESPN e na plataforma de streaming Disney+. Andreoli, que possui um histórico de longa data com o tênis, expressou sua empolgação com a nova empreitada.

“Sempre fui apaixonado por tênis desde criança. Poder trabalhar com tênis na ESPN, que é a casa da modalidade no Brasil, e ainda dividir essa experiência com o Bruno Soares, que hoje é um grande amigo, torna tudo ainda mais especial”, declarou o apresentador. O projeto prevê a criação de vídeos curtos, vlogs e registros mais aprofundados, com o objetivo de engajar o público digital. Durante a primeira semana do Grand Slam, Andreoli e Soares divulgarão conteúdos diariamente em seus perfis, com compartilhamento nos canais oficiais da ESPN.

Bruno Soares, que encerrou sua carreira de tenista profissional em 2022, tendo sido multicampeão de Grand Slams nas duplas e alcançado o posto de número 2 do mundo, destacou a oportunidade de vivenciar o torneio sob uma nova perspectiva.

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“Estar em um Grand Slam fora da condição de atleta permite enxergar detalhes que muitas vezes passam despercebidos. A ideia é compartilhar com o público um pouco do que acontece nos bastidores, das rotinas e do ambiente que fazem parte do dia a dia de quem vive o circuito”, explicou Soares. Além das plataformas digitais, a cobertura também terá espaço na programação televisiva da ESPN, com inserções em programas como o “Pelas Quadras”, dedicado aos fãs do esporte.

Felipe Andreoli deixa a Record e se junta à ESPN para cobrir o Australian Open

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Reviravolta no BBB 26: Tadeu Schmidt anuncia saída de Henri Castelli e compartilha recado do ator

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A casa mais vigiada do Brasil recebeu uma notícia surpreendente na noite desta terça-feira (01). Em um momento de comunicação direta com os confinados, o apresentador Tadeu Schmidt trouxe informações cruciais sobre o futuro de um dos participantes do BBB 26.

Schmidt revelou aos brothers e sisters que o ator Henri Castelli não retornará mais à competição. A decisão, que pegou os participantes de surpresa, foi comunicada pelo próprio apresentador, que fez questão de repassar uma mensagem enviada pelo artista.

O recado de Castelli, embora não detalhado na íntegra por Tadeu Schmidt, foi transmitido com o intuito de trazer clareza aos demais competidores sobre sua ausência definitiva no programa.

Reviravolta no BBB 26: Tadeu Schmidt anuncia saída de Henri Castelli e compartilha recado do ator

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Herança e Crime: Entenda se Suzane von Richthofen pode ter direito a bens de familiares

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A possibilidade de Suzane von Richthofen, condenada pelo assassinato dos pais, herdar bens de outros parentes, como seu tio, tem gerado especulações. No entanto, a legislação brasileira estabelece critérios claros que determinam quem pode ou não ter acesso a uma sucessão.

Em entrevista, um especialista em direito sucessório esclareceu que a condenação criminal de um indivíduo, por si só, não o impede automaticamente de receber uma herança de outros familiares. A lei brasileira prevê a indignidade sucessória, um mecanismo que pode excluir herdeiros em casos específicos, mas a aplicação depende de um processo judicial e de atos de gravidade extrema comprovados contra o autor da herança.

Para que Suzane fosse impedida de herdar, seria necessário que ela fosse declarada indigna em ação judicial específica, com base em um dos motivos previstos no Código Civil, como ter atentado contra a vida de quem deixou a herança. A condenação pelo assassinato dos pais, embora chocante, não se enquadra diretamente na exclusão automática de heranças de outros parentes, a menos que haja uma ação judicial de indignidade movida contra ela.

Portanto, a questão da herança de Suzane von Richthofen é complexa e não se resume à sua condenação anterior. Fatores como a existência de testamento, a ordem de vocação hereditária e a eventual declaração de indignidade em processos judiciais específicos são determinantes para o destino dos bens.

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