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Superação e Resiliência: A Jornada de Chaiany no BBB 26 Vai Além da Competição

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Chaiany de Andrade, 25 anos, natural de Goiás, conquistou sua vaga no Big Brother Brasil 26 após uma prova de resistência que a manteve no Quarto Branco por exaustivas 120 horas. Essa demonstração de força garantiu uma das últimas posições no grupo Pipoca, coroando uma jornada que já vinha chamando a atenção desde sua participação na Casa de Vidro da região Centro-Oeste.

A vida da nova sister é marcada por desafios precoces. Aos 10 anos, já estava envolvida com o trabalho rural no Vale do Paranaíba. A maternidade chegou cedo, aos 15 anos, forçando a interrupção dos estudos antes do ensino fundamental para se dedicar integralmente à filha, Lara. A menina nasceu com hidronefrose renal, e foi no ambiente hospitalar que Chaiany aprendeu a cuidar de sua primogênita, descrevendo sua experiência como um aprendizado forçado: “Quando ela nasceu, não sabia o que estava fazendo da vida… Aprendi a ser mãe no hospital. Era um bicho do mato, não sabia conversar, me defender, nem defendê-la”.

Conflitos Familiares e a Construção da Autoestima

A participante se destaca pela franqueza e por não se intimidar com a opinião alheia, uma postura moldada por vivências difíceis. Chaiany revelou distanciamento de alguns familiares, incluindo pai e irmãos, afirmando ter sido “cancelada pela família”. Apesar dessas adversidades, ela construiu uma forte autoconfiança: “Tenho uma autoestima, né? Porque eu já sofri muito. Hoje aprendi a me amar. Não tem nada nem ninguém que me diga o contrário. Já disseram muito, já chorei muito. Hoje em dia eu me amo, do jeito que sou”. Ela também se descreve como sociável, brincando que “a pessoa que não quer ser minha amiga é louca, não tem bom gosto, porque eu sou muito de boa”.

Profissionalmente, Chaiany tem um currículo diversificado, com passagens por trabalhos como camareira, cerimonialista, auxiliar de produção, garçonete e chapeira, embora estivesse desempregada antes de entrar no programa. Apelidada de “Pipoca raiz” durante a Casa de Vidro, ela se define como “povão”, admitindo gostar de beber e de usar palavrões, e antecipa que será chamada de “vtzera”. A busca por estabilidade financeira é seu principal motor no reality, com o objetivo de superar a dependência: “Minha maior dor é não ter condição de cuidar da minha filha, depender dos outros”.

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Um Legado de Amor para a Filha

A motivação primordial de Chaiany reside no bem-estar de Lara. Antes de seu confinamento, ela deixou uma mensagem emocionante para a filha, expressando o desejo de mudar a realidade de ambas através do programa: “A vida nunca foi fácil para mim, mas a mesma vida que me castigou me presenteou com minha querida filha, Lara, que tanto amo! Esse é o nosso sonho, filha! Quero poder te dar o melhor, e de uma forma te agradecer o tanto que você mudou minha vida! É por você!”. A confirmação de Chaiany no elenco oficial do BBB 26 marca o início de uma nova fase em sua vida, impulsionada pela esperança e pelo amor maternal.

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Jatinho de Luxo: Influenciadora Amplia Império com Aeronave de até R$ 38 Milhões

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Virginia Fonseca, nome proeminente no universo das redes sociais e dos negócios, ostenta um patrimônio que vai além das plataformas digitais. Um dos símbolos de seu sucesso é a aquisição de um jatinho particular, modelo executivo de alta gama, que reflete seu estilo de vida luxuoso e sua agenda de compromissos. A aeronave, um Cessna 680 Citation Sovereign fabricado em 2005, é conhecida por sua eficiência em voos de longa distância e conforto superior, comportando até 11 ocupantes, sendo dois tripulantes e nove passageiros.

O valor de mercado para este tipo de jato usado pode variar consideravelmente, com estimativas internacionais apontando para valores entre US$ 5,8 milhões e US$ 6,7 milhões. Em reais, essa cifra se traduz em aproximadamente R$ 33,2 milhões a R$ 38,3 milhões, dependendo de fatores como o estado de conservação, histórico de manutenção e eventuais modernizações. Especialistas do setor de aviação executiva destacam que esses elementos influenciam diretamente o preço final.

O interior do Citation Sovereign é projetado para oferecer uma experiência premium, com assentos espaçosos e reclináveis, acabamentos refinados e iluminação ambiente. O layout interno prioriza o conforto em longos trajetos, com poltronas dispostas de forma a facilitar a interação e o descanso. O compartimento de bagagem generoso complementa a funcionalidade da aeronave, permitindo o transporte de pertences sem comprometer o espaço na cabine.

A presença de uma cabine pressurizada e sistemas modernos de navegação e segurança reforçam o caráter executivo do jatinho. Para figuras públicas com rotinas agitadas como a de Virginia Fonseca, a posse de uma aeronave particular representa não apenas um símbolo de status, mas também uma ferramenta essencial para a otimização do tempo e a garantia de autonomia logística em deslocamentos frequentes entre diferentes cidades e países.

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Paralelamente à sua vida nos céus, a influenciadora também marcou presença nos festejos do Carnaval de 2026, assumindo o posto de rainha de bateria da Acadêmicos do Grande Rio. Sua estreia na Marquês de Sapucaí, em um dos cargos de maior destaque na folia carioca, foi marcada por uma fantasia exuberante e uma performance envolvente. Apesar de a escola ter finalizado o desfile na oitava colocação, Virginia consolidou sua imagem como uma figura relevante também no cenário cultural e de entretenimento popular brasileiro.

A união entre o sucesso digital, investimentos vultosos em bens de alto valor e a participação em eventos de grande projeção reforçam o momento de expansão na carreira de Virginia Fonseca. A aquisição do jatinho, avaliado em dezenas de milhões de reais, simboliza a consolidação de sua trajetória, que se iniciou na internet e hoje abrange diversos setores do entretenimento e do mercado brasileiro.

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Grazi Massafera Protagoniza ‘Dona Beja’: Novela de Sucesso no Streaming Ganha Nova Casa na TV Aberta em Março

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A aguardada novela ‘Dona Beja’, estrelada por Grazi Massafera, fará sua estreia na televisão aberta em março, encontrando na emissora Band sua nova plataforma de exibição. A confirmação veio neste domingo (15), sinalizando uma aposta estratégica da Band no horário nobre com uma produção que já conquistou o público no streaming da HBO Max, onde lidera os títulos desde o lançamento de seus primeiros cinco capítulos. A expectativa é que a novela consolide sua tração, agora em uma vitrine de alcance nacional.

Embora a faixa horária exata ainda não tenha sido oficialmente divulgada, as projeções indicam que ‘Dona Beja’ ocupará a grade por volta das 20h30, sucedendo a exibição de ‘Cruel Istambul’. A data de chegada à TV aberta coincide com o período previsto para o encerramento de sua exibição na HBO Max, que deve ocorrer no final de março, permitindo uma transição fluida para os telespectadores.

Os resultados de ‘Dona Beja’ no ambiente digital são considerados positivos, com a novela liderando o ranking de audiência da plataforma. Contudo, é notável que o desempenho inicial não superou o de ‘Beleza Fatal’, outra produção de destaque da plataforma lançada em 2025. Fontes internas reconhecem os números como satisfatórios, sem, no entanto, classificá-los como um fenômeno estrondoso.

A novela também tem sido foco de discussões para além de seus índices de audiência. A Associação Nacional de Travestis e Mulheres Transexuais (Antra) manifestou publicamente sua crítica à Floresta Produções e à Warner Bros. Discovery pela escolha do ator Pedro Fasanaro para interpretar Severina, uma personagem que se identifica como mulher trans no período histórico do século XIX. A entidade classificou a decisão como um exemplo de ‘trans fake’, prática recorrente na mídia televisiva brasileira. Em resposta, a HBO Max defendeu a liberdade criativa da obra, afirmando que a intenção era retratar a diversidade da comunidade LGBTQIAPN+ dentro do contexto histórico da trama.

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Assim, a chegada de ‘Dona Beja’ à Band ocorre em um momento de intenso debate público, um diálogo que antecede sua estreia na TV aberta e que promete continuar a gerar repercussão.

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Rio Grande do Sul Garante Piso Salarial Regional Superior ao Mínimo Nacional em 2026

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Enquanto o salário mínimo nacional para 2026 está fixado em R$ 1.621, trabalhadores do Rio Grande do Sul regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) podem ter direito a remunerações significativamente mais altas. Uma legislação estadual vigente estabelece um piso salarial regional que, em sua faixa mais elevada, atinge R$ 2.267,21, superando a referência federal.

Esta política estadual, que se mantém para o próximo ano, visa beneficiar categorias de trabalhadores CLT cujos salários não são determinados por convenções coletivas. A atualização do piso regional foi oficializada pela Lei Estadual nº 16.311, que implementou um reajuste de 8% sobre os valores anteriores, dividindo as remunerações em cinco faixas distintas de acordo com o setor de atuação.

As faixas salariais no Rio Grande do Sul iniciam em R$ 1.789,04 e podem alcançar os R$ 2.267,21, destinando-se principalmente a profissionais técnicos de nível médio. Esse escalonamento garante que, em diversas ocupações, o piso estabelecido pelo estado seja superior ao mínimo nacional.

O piso regional abrange trabalhadores CLT sem piso salarial definido em acordos coletivos, incluindo categorias como trabalhadores rurais, profissionais do comércio, funcionários do setor de serviços e técnicos de nível médio. A medida atua como uma rede de proteção salarial adicional em diferentes segmentos da economia gaúcha.

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A diferença fundamental entre o piso estadual e o mínimo nacional reside em suas bases de cálculo. Enquanto o mínimo nacional é definido por regras federais que consideram inflação e crescimento econômico, o piso regional do Rio Grande do Sul leva em conta particularidades locais, como o custo de vida e a conjuntura econômica do estado. Assim, mesmo com o reajuste federal para R$ 1.621, a legislação estadual garante rendimentos maiores para milhares de gaúchos.

A recente atualização do piso regional tem gerado discussões entre representantes do setor produtivo e do governo. Entidades empresariais expressaram preocupação com o potencial aumento nos custos operacionais. Em contrapartida, o governo estadual defende a medida como uma estratégia para a preservação do poder de compra da população, o fomento ao comércio local e o fortalecimento da economia regional através do incremento da renda.

A legislação prevê mecanismos de fiscalização para assegurar o cumprimento do piso regional. Ademais, os valores estaduais frequentemente servem como ponto de partida em negociações entre sindicatos e empregadores. Portanto, empresas que operam no Rio Grande do Sul devem estar atentas às faixas salariais estabelecidas para evitar passivos trabalhistas.

É importante ressaltar que o valor de R$ 2.267,21 é aplicável unicamente às categorias específicas do Rio Grande do Sul contempladas pelo piso regional. As demais regiões do país continuam a seguir o salário mínimo nacional de R$ 1.621. O modelo gaúcho, portanto, evidencia a possibilidade de políticas salariais regionais e a diversidade econômica entre os estados brasileiros, ampliando o debate sobre a valorização salarial.

Rio Grande do Sul Garante Piso Salarial Regional Superior ao Mínimo Nacional em 2026

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