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Três Décadas Sem Mamonas Assassinas: O Legado Vivo e os Familiares Que Mantêm a Chama Acesa

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Trinta anos se passaram desde o fatídico acidente aéreo que silenciou os Mamonas Assassinas em pleno ápice de sua explosão nacional. A tragédia, que abalou o Brasil e marcou uma geração, reacende memórias e emoções, especialmente com a recente exumação dos corpos dos integrantes, realizada para um novo memorial. Durante o procedimento, a descoberta de uma jaqueta do vocalista Dinho, surpreendentemente preservada no túmulo, adicionou um novo capítulo à história.

A exumação, ocorrida na última segunda-feira, visou a cremação dos restos mortais, cujas cinzas serão depositadas em um parque que homenageará a banda. Paralelamente, a TV Globo lança amanhã o documentário “Mamonas, eu te ai love iú”, prometendo revisitar a trajetória dos cinco jovens de Guarulhos. Enquanto o país se prepara para as celebrações e lembranças, o portal Retratos buscou saber como estão os familiares e aqueles cujas vidas foram profundamente tocadas pela perda.

Hildebrando Alves, pai de Dinho, aos 78 anos, reside em Guarulhos com sua esposa, Célia Alves. Aposentado, ele é pai de outros dois filhos e avô de dois netos. Por anos, a família manteve o acervo da banda em uma chácara em Itaquaquecetuba, um espaço comprado por Dinho e que se tornou palco de festas durante o sucesso meteórico do grupo. Em 2019, Hildebrando anunciou a venda do local, alegando falta de tempo para a manutenção e as mudanças urbanísticas da região, e informou que levaria os objetos para sua residência.

Grace Kellen, irmã de Dinho, tinha 16 anos e estava grávida quando a tragédia ocorreu. Casou-se com o então namorado e hoje é mãe de dois filhos. Sua primogênita, Alecssandra, que completará 30 anos em maio, carrega o nome do tio em homenagem, cujo nome de batismo era Alecsander Alves. Grace também é mãe de Benício, de 10 anos, e dedica-se à preservação da memória do grupo.

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No universo amoroso de Dinho, Valeria Zoppello, sua noiva na época, seguiu um caminho de discrição. Após atuar como atriz e piloto de automobilismo, hoje, aos 51 anos, dedica-se à fotografia e administra um orquidário na Serra da Cantareira, sem ter se casado ou tido filhos.

Antes de Valeria, Dinho namorou Mirella Zacanini por mais de três anos. Meses após a morte da banda, ela lançou o livro “Pichulinha”, em referência a um apelido mencionado na música “Pelados em Santos”. Atualmente evangélica, Mirella gravou um disco gospel em 2017 e, em 2023, lançou a série infantil “Escolinha de Jesus”, na qual atua e produz.

Na família do guitarrista Bento Hinoto, houve uma perda recente: Dona Toshiko, sua mãe, faleceu em junho do ano passado aos 100 anos. Seu pai já havia falecido antes do sucesso da banda. Contudo, um novo artista emergiu: Beto Hinoto, sobrinho de Bento. Nascido dois anos após a tragédia, Beto integrou uma nova formação dos Mamonas Assassinas em 2023 e interpretou o tio no filme sobre a banda lançado no mesmo ano. Filho de Maurício Hinoto, irmão de Bento e produtor inicial do grupo, o jovem de 28 anos segue em turnê pelo país, celebrando o repertório.

Este mês também marca dois anos da morte de Dona Nena, mãe de Sérgio (baterista) e Samuel (baixista). Seu Ito, pai dos músicos, continua na linha de frente das homenagens e da preservação do legado dos filhos. Em 2023, ele participou das gravações do filme sobre a banda e tem comparecido a eventos em memória dos 30 anos da morte. Em 2024, foi visto tocando violão e cantando “Minha camisa vermelha”, versão de “Pelados em Santos” popularizada pela torcida do Internacional, time pelo qual é torcedor.

No lado da família do tecladista Júlio Rasec, Paula Rasec é uma figura central na manutenção da história da banda. Ativa nas redes sociais, ela frequentemente homenageia o irmão e compartilha lembranças. Paula mantém uma forte amizade com Grace Kellen, irmã de Dinho, demonstrando que os laços familiares e de amizade se fortalecem mesmo após três décadas da perda.

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Fim do ‘exílio’: Breno retorna à casa e aponta Alberto Cowboy para o Paredão Falso no BBB 26

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A fase de isolamento de Breno no Big Brother Brasil 26 foi encerrada, e o biólogo já retornou ao convívio dos outros participantes. Sua primeira ação após sair do período de quarentena foi indicar Alberto Cowboy diretamente para o Paredão Falso, movimentando significativamente as estratégias da casa.

Fim do 'exílio': Breno retorna à casa e aponta Alberto Cowboy para o Paredão Falso no BBB 26

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Lorrana Mousinho: “Três Graças” é um marco na autoestima da atriz após anos de incertezas

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Após uma década e meia de dedicação à TV Globo, a atriz Lorrana Mousinho, de 33 anos, celebra um momento de virada em sua carreira com o papel de Claudia na novela Três Graças. Em entrevista exclusiva, Mousinho revelou que por muito tempo duvidou de seu lugar na televisão, sentindo-se invisível em um cenário que, em sua percepção, não refletia a diversidade de perfis que ela via em si mesma.

“Eu não via muitos perfis diversos na TV, e, ao mesmo tempo, não via muitas mulheres como eu, de aparência comum. Tinha a sensação de que, mesmo estudando e trabalhando muito, não era o suficiente; era preciso ter acesso a uma rede que me era negada. A ideia de que, se eu tivesse outra aparência, seria melhor, foi me desanimando”, confessou a artista, que também atua como professora de teatro e preparadora de atores.

Inicialmente, Lorrana focou sua carreira no teatro. Contudo, com o passar dos anos, a percepção sobre as possibilidades na televisão começou a mudar. “Percebi que, sem ter um espaço na TV, seria difícil viver da profissão de atriz. Além disso, havia o desejo de participar das obras que me formaram como espectadora. Vi a TV se transformar, com a chegada de perfis diversos, de pessoas que se pareciam comigo. Isso me encorajou a mudar meu propósito: quero ser uma atriz versátil, que transita entre teatro, TV e cinema, vivendo múltiplas experiências”, explicou.

A atriz considera a exibição no horário nobre uma vitrine poderosa e expressa otimismo quanto às futuras oportunidades. “A esperança é que as portas continuem se abrindo a partir deste trabalho. Tenho andado com um pouco mais de autoestima. Que bom, porque a minha sempre foi subterrânea”, brincou, referindo-se a um sentimento de baixa valorização pessoal que a acompanhou por anos.

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Três Graças marca a estreia de Lorrana em um papel fixo em telenovela. A personagem Claudia, que começou com menor destaque, ganhou relevância na trama após uma reviravolta, tornando-se peça-chave no núcleo principal. “É minha primeira experiência com um papel fixo em uma trama aberta, onde mudanças e reviravoltas acontecem a todo momento. Lidar com isso gera ansiedade e insegurança, mas exige uma reinvenção constante, o que é ótimo. A criatividade fica a mil por hora. É um misto de emoções, uma verdadeira montanha-russa”, avaliou.

Lorrana Mousinho, que completará 34 anos em março, enfatiza a importância deste momento em sua vida. Antes da novela, ela conciliava múltiplos trabalhos para se manter financeiramente, enfrentando desafios diários e vendo colegas desistirem da carreira. “Acúmulo de empregos para sobreviver e muitos desafios cotidianos para conseguir me manter fazendo a minha arte. Artistas maravilhosos ao meu lado desistindo e adoecendo a todo instante, inclusive eu nessa equação do adoecimento. Isso dá um outro sabor a essa experiência maravilhosa; ela tem sabor de vitória, de validação de muitas formas”, declarou.

Apesar da visibilidade crescente, a atriz afirma que sua rotina não mudou drasticamente. Ela reconhece que a percepção externa pode criar uma ideia equivocada de transformação. “É engraçado ver como, para as pessoas de fora, parece que você mudou completamente, que há algo de especial a seu respeito. Ou que você está metida porque sumiu, porque não respondeu a uma mensagem. Ninguém pensa que você pode só estar com muita informação na cabeça. As pessoas dizem que você mudou, mas foram elas que mudaram com você e passaram a querer enxergar algo a mais sobre você — essa parte é a mais complexa”, pontuou.

O dia a dia de Lorrana segue focado em suas atividades profissionais. “Sigo dando as minhas aulas, ensaiando a minha peça e gravando; essa, sim, é a novidade — e equilibrando os meus pratos”, concluiu.

Lorrana Mousinho:

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Globo Celebra Legado dos Mamonas Assassinas com Documentário Inédito

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Três décadas após o trágico acidente que interrompeu abruptamente a trajetória meteórica dos Mamonas Assassinas, a TV Globo lança o documentário “Mamonas – Eu Te Ai Love Iú”. A produção, que estreia na próxima segunda-feira (2) logo após a exibição do reality show Big Brother Brasil 26, promete revisitar a história vibrante e inesquecível do quinteto de Guarulhos. Através de um acervo de imagens raras e depoimentos emocionados de familiares e figuras públicas que conviveram com a banda, a obra busca reconstruir o percurso de sucesso e o impacto duradouro do grupo.

Antes da exibição para o grande público, os participantes confinados no BBB 26 terão a oportunidade de assistir ao documentário em primeira mão, como parte da programação especial do ‘Cine BBB’, horas antes da sua transmissão oficial na TV aberta.

O documentário conta com a participação de personalidades como Serginho Groisman, Cláudio Manoel e Tom Cavalcante, cada um compartilhando suas memórias e conexões com os Mamonas. Longe de se concentrar apenas na perda, a obra mergulha na ascensão vertiginosa de uma banda que, em 1995, se consolidou como o maior fenômeno da música brasileira, conquistando um espaço único e permanente na história da indústria fonográfica nacional.

O único álbum de estúdio lançado pelos Mamonas Assassinas alcançou a marca expressiva de mais de 3 milhões de cópias vendidas, um feito notável no mercado musical brasileiro. A força do grupo também se refletiu na televisão, onde se tornou objeto de desejo entre as emissoras. Programas como o ‘Domingão do Faustão’ utilizaram a popularidade dos Mamonas para impulsionar sua audiência. Registros indicam que Boni, uma figura proeminente da Globo à época, chegou a propor um contrato de exclusividade de três anos ao grupo, visando evitar sua presença em canais concorrentes, como o SBT.

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“Mamonas – Eu Te Ai Love Iú” é uma realização do Núcleo de Documentários dos Estúdios Globo. A direção é assinada por Fellipe Awi, com roteiro de Renato Terra e Gabriel Tibaldo. Anelise Franco assume a produção, enquanto Fernanda Neves cuida da produção executiva. A direção artística fica a cargo de Monica Almeida, e o Núcleo de Documentários é liderado por Pedro Bial.

A chegada deste documentário coincide com um momento em que a memória dos Mamonas Assassinas permanece incrivelmente viva, capaz de mobilizar tanto aqueles que vivenciaram a explosão do grupo nos anos 90 quanto novas gerações de admiradores. Ao recontar essa história, a produção reafirma a ideia de que o legado dos Mamonas nunca foi, de fato, encerrado.

Globo Celebra Legado dos Mamonas Assassinas com Documentário Inédito

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