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TV Aberta em Alerta: Programas de Auditório Enfrentam Queda Histórica de Audiência em 2025

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O ano de 2025 marcou um ponto de inflexão para o entretenimento de auditório na televisão aberta brasileira, especialmente na Grande São Paulo. Dados recentes revelam um cenário de queda expressiva na audiência para a maioria dos formatos tradicionais, expondo um desgaste que já vinha sendo sinalizado e que agora se consolida em números preocupantes.

Os programas de variedades e auditório, pilares da programação de fim de semana e de outras faixas horárias, registraram os piores resultados históricos em 2025. O ‘Domingão com Huck’, por exemplo, fechou o ano com uma média de 12,5 pontos, representando uma retração de 9% em comparação com o ano anterior e marcando seu pior desempenho desde que os dados comparáveis começaram a ser registrados. O ‘Caldeirão com Mion’ seguiu a mesma tendência negativa, com 10,3 pontos e uma queda de 10%, também atingindo seu pior índice histórico. Outros programas como ‘Lady Night’ também sofreram retrações significativas, com 9,1 pontos e queda de 9%.

Essa erosão na audiência é atribuída a uma combinação de fatores. O aumento do consumo de conteúdo sob demanda, a influência crescente das redes sociais e a competição com eventos ao vivo têm impactado diretamente a capacidade dos formatos tradicionais de reter o público. A televisão aberta, em sua configuração clássica, enfrenta um desafio cada vez maior para se destacar em meio a tantas outras opções de entretenimento.

Apesar do cenário desfavorável, alguns programas conseguiram manter uma relativa estabilidade ou até mesmo apresentar um leve crescimento. O ‘Altas Horas’, com 12,0 pontos e uma queda mínima de 1%, demonstrou resiliência, especialmente considerando a faixa horária em que é exibido. O ‘Que História é Essa Porchat?’, por sua vez, foi um dos raros casos de avanço, registrando 8,3 pontos e um crescimento de 1%, um feito notável em um ano de retração geral. Outros títulos como ‘Acerte ou Caia!’ mantiveram a estabilidade com 5,5 pontos, e o ‘Sabadão de Todos’ apresentou um crescimento percentual relevante de 9%, ainda que em um patamar de audiência mais baixo.

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Na faixa intermediária do ranking, a tendência de queda contínua e recordes negativos também se fez presente. O ‘Encontro com Patrícia Poeta’ fechou com 6,7 pontos e queda de 4%, atingindo seu pior ano. O ‘Conversa com Bial’ também registrou seu pior índice histórico, com 5,0 pontos e retração de 2%. Programas como ‘Programa Silvio Santos’ e ‘Domingo Legal’ apresentaram quedas moderadas, enquanto ‘Roda a Roda’ não teve variação informada por falta de dados comparativos.

A parte inferior do ranking revelou a magnitude da turbulência em algumas faixas horárias. O ‘Sabadou com Virginia’ sofreu uma queda expressiva de 20%, chegando a 3,3 pontos e seu pior ano. O ‘Perrengue’ despencou 25%, atingindo 1,8 ponto, também um recorde negativo. O ‘Melhor da Noite’ foi o caso mais extremo, com uma queda de 58% e 0,9 ponto, seu pior resultado histórico. O ‘Perrengue do Dia’ também registrou sua pior marca com 0,5 ponto e queda de 50%. O ‘The Noite’ apresentou 2,2 pontos, indicando um possível pior ano histórico sem variação informada.

Diante deste panorama, as emissoras já analisam estratégias para 2026. A aposta se volta para a busca por eventos de maior impacto, quadros com potencial de repercussão imediata e ajustes na grade de programação. A tendência é que a televisão aberta invista em formatos que se conectem melhor com os hábitos de consumo digitais, buscando não depender exclusivamente da força de suas marcas tradicionais para atrair e reter o público.

TV Aberta em Alerta: Programas de Auditório Enfrentam Queda Histórica de Audiência em 2025

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Novela Turca ‘Cruel Istambul’: Prévia dos Próximos Capítulos Revela Reviravoltas na Band

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Os telespectadores da novela turca “Cruel Istambul”, exibida na faixa das 20h30 pela Band, podem se preparar para uma semana repleta de emoções e desdobramentos. As tramas que serão apresentadas entre os dias 02 e 06 de fevereiro de 2026 prometem manter o público engajado em seus assentos.

A emissora segue apostando no sucesso das produções internacionais, e “Cruel Istambul” tem se consolidado como um dos destaques em sua grade de programação. A antecipação sobre os eventos que se desenrolarão nos próximos capítulos tem gerado grande interesse entre os admiradores da obra, que buscam antecipar os rumos das histórias de seus personagens favoritos.

Novela Turca 'Cruel Istambul': Prévia dos Próximos Capítulos Revela Reviravoltas na Band

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Terceiro Paredão do BBB 26 Definido: Ana Paula, Brigido e Leandro Lutam pela Permanência

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A casa do Big Brother Brasil 26 vivenciou mais uma noite de fortes emoções com a formação do terceiro paredão da temporada. No domingo, 1º, Ana Paula Renault, Brigido e Leandro foram os escolhidos para disputar a preferência do público, com um deles se despedindo do confinamento na próxima terça-feira, 3. A dinâmica que levou à definição dos emparedados envolveu o Big Fone, a imunidade concedida pela líder e a votação dos participantes.

A formação começou com a consequência do Big Fone, que já havia colocado Jonas Sulzbach na berlinda. Em seguida, Sarah, detentora da imunidade, optou por proteger Sol Vega. A líder da semana, Maxiane, direcionou sua indicação para Ana Paula, justificando a decisão com base na dinâmica de convivência dentro da casa. Após a indicação da líder, os demais confinados foram chamados ao confessionário para votar em quem gostariam de ver no paredão. Leandro e Brigido foram os mais votados pela casa, completando o trio.

Buscando uma reviravolta, Leandro e Jonas Sulzbach participaram da Prova Bate e Volta. A sorte, contudo, sorriu para Jonas, que conseguiu se livrar da disputa pelo voto popular e garantiu sua permanência na casa. Com a saída de Jonas do paredão, a berlinda final ficou configurada com Ana Paula, Brigido e Leandro como os adversários.

A votação da casa para formar o paredão foi a seguinte:

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  • Jonas votou em Leandro
  • Milena votou em Brigido
  • Samira votou em Leandro
  • Brigido votou em Leandro
  • Alberto votou em Leandro
  • Ana Paula votou em Brigido
  • Breno votou em Brigido
  • Solange votou em Gabriela
  • Juliano votou em Brigido
  • Marciele votou em Leandro
  • Marcelinho votou em Brigido
  • Gabriela votou em Leandro
  • Edilson votou em Leandro
  • Leandro votou em Brigido
  • Sol votou em Leandro
  • Jordana votou em Leandro
  • Babu votou em Brigido
  • Sarah votou em Leandro
  • Chaiany votou em Brigido

Terceiro Paredão do BBB 26 Definido: Ana Paula, Brigido e Leandro Lutam pela Permanência

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Comissão de Direitos Humanos Alerta: Quarto Branco do BBB 26 Remete a Práticas de Tortura da Ditadura

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A dinâmica do “Quarto Branco” no Big Brother Brasil 26 acendeu um alerta na esfera dos direitos humanos. A Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos (CEMDP), órgão vinculado ao Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, emitiu uma carta aberta à produção do reality show, expressando profunda preocupação com o formato e comparando suas exigências a métodos de tortura utilizados durante o regime militar.

No documento, a CEMDP aponta semelhanças “aterradoras” entre as provas e castigos impostos no confinamento e as práticas sistemáticas de opressão empregadas pela ditadura civil-militar brasileira. A privação de sono, o isolamento prolongado, a desorientação espacial e a manutenção de posições físicas extenuantes são citados como elementos que remetem diretamente a cenários de tortura, agora transformados em espetáculo para milhões de espectadores.

A crítica vai além do formato de entretenimento, argumenta a comissão. Embora o “Quarto Branco” já tenha aparecido em edições anteriores, a CEMDP observa uma intensificação da dinâmica nesta temporada. Ao testar os limites físicos e psicológicos dos participantes, a emissora, na visão da comissão, também desafia “os limites da nossa própria humanidade” ao mercantilizar o sofrimento extremo.

A fundamentação da crítica se baseia em princípios constitucionais. A CEMDP destaca que o Artigo 5º da Constituição Federal proíbe inequivocamente a tortura e o tratamento degradante, valores que não podem ser relativizados, nem mesmo pelo consentimento dos envolvidos ou pela promessa de recompensas financeiras. Adicionalmente, a comissão evoca o Artigo 221, que estabelece que as concessões públicas de rádio e TV devem visar fins educativos, culturais e promover “valores éticos e sociais da pessoa e da família”, preceitos que, segundo a avaliação da comissão, entram em conflito com a exploração do sofrimento como entretenimento.

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A carta, endereçada à executiva Leonora Bardini, responsável pela área de conteúdos da Globo, conta com assinaturas de representantes de diversas frentes: Diva Soares Santana (familiares de mortos e desaparecidos políticos), Vera Facciolla Paiva e Maria Cecília Adão (sociedade civil), a deputada Natália Bonavides (Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados) e a procuradora regional da República Eugênia Augusta Gonzaga. O documento inicia evocando uma frase de Wagner Moura sobre a transmissão de traumas e valores entre gerações, conectando a responsabilidade da mídia na preservação da memória de violações de direitos humanos.

Um ponto crucial abordado pela CEMDP é a associação entre o “Quarto Branco” e métodos de tortura historicamente documentados em regimes autoritários. A exigência de que uma participante permanecesse em pé sobre um pedestal de diâmetro mínimo por horas é apontada como um exemplo específico de tática de tortura. A comissão alerta que a repetição dessas imagens em um reality show, sob a égide da “resistência”, contribui para a dessensibilização do público e enfraquece a percepção pública sobre a gravidade da violência de Estado.

A CEMDP também contesta o argumento de que os participantes aderem voluntariamente à dinâmica em busca de fama ou prêmios. Para os signatários, o consentimento não legitima situações que configurem tratamento cruel ou degradante, especialmente em um contexto de concessão pública de TV. A memória das vítimas da repressão, segundo a carta, exige vigilância para evitar a normalização de práticas associadas à tortura sob o disfarce de jogo.

A atuação da CEMDP, recriada em 2024 após ter suas atividades interrompidas, é apresentada como parte de um esforço para manter vivo o debate sobre tortura e suas consequências sociais. Criada em 1995, a comissão foi a primeira instância estatal dedicada à localização e reconhecimento de mortos e desaparecidos políticos da Ditadura Militar, retomando agora medidas de memória, verdade e reparação.

O episódio que desencadeou a manifestação ocorreu na madrugada de 18 de janeiro, quando Rafaella Jaqueira desmaiou após mais de 120 horas confinada no “Quarto Branco”. A dinâmica, que reuniu cinco participantes isolados em um ambiente restritivo e desorientador, buscava uma vaga fixa no elenco do BBB 26. Rafaella, após receber atendimento médico, foi eliminada, enquanto outros quatro participantes garantiram sua permanência no programa.

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A CEMDP enfatiza que tais cenas não devem ser tratadas meramente como “resistência” ou “superação”. A comissão solicita explicitamente que a emissora reavalie o uso de dinâmicas que associam sofrimento físico e psicológico ao entretenimento, em um país que ainda lida com traumas da repressão estatal. A carta cita estudos que abordam a transmissão intergeracional de traumas, reforçando o papel da TV aberta na formação de valores.

Em sua conclusão, a CEMDP apela à sociedade para questionar a aceitação desse tipo de formato. Considerar o “Quarto Branco” como um mero jogo, segundo a comissão, equivale a ser conivente com a banalização de experiências que remetem à violência de Estado. A memória dos mortos e desaparecidos políticos, finaliza a carta, clama por uma postura de rejeição a qualquer forma de dessensibilização diante da dor. A Globo foi contatada para comentar o caso desde sábado (31), mas ainda não emitiu posicionamento.

Comissão de Direitos Humanos Alerta: Quarto Branco do BBB 26 Remete a Práticas de Tortura da Ditadura

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