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Valdirene, fenômeno de “Amor à Vida”, retorna à TV em “Dona de Mim” e impulsiona receita publicitária

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Mais de uma década após conquistar o público em “Amor à Vida”, a inesquecível Valdirene do Espírito Santo fez uma participação especial na novela “Dona de Mim”, revivendo a personagem que a consagrou. A icônica vendedora de cachorros-quentes interagiu com Kami, interpretada por Giovanna Lancellotti, em uma cena que mesclou nostalgia, humor e uma estratégica ação comercial.

A comunicação entre as duas se deu por meio de uma chamada de vídeo, onde Valdirene compartilhou suas experiências e mencionou o reconhecimento alcançado após sua participação em um reality show da Globo. Esse momento serviu de gancho para uma campanha publicitária de uma operadora de telefonia móvel, gerando faturamento para a emissora e para a atriz Tatá Werneck, responsável pela interpretação de Valdirene.

A volta de Valdirene e ecos do passado

Durante o diálogo virtual, Kami expressou seu desejo de participar do BBB26 e buscou conselhos com a veterana. Valdirene, fiel ao seu estilo característico e com suas conhecidas particularidades linguísticas, ofereceu orientações peculiares sobre como obter sucesso na competição e se manter em evidência nas redes sociais. A cena trouxe à tona lembranças de eventos passados, como o concurso “Garota Sorocaba Mirim” e experiências compartilhadas em produções anteriores, mantendo o humor e os maneirismos que marcaram a personagem.

Integração publicitária e desfecho da participação

A qualidade da conexão de vídeo tornou-se o ponto de partida para a inserção da publicidade da Tim. Valdirene criticou a ligação de Kami, sugerindo uma portabilidade para melhorar o sinal. Em contrapartida, a personagem de Tatá Werneck exaltou a excelente qualidade de sua própria chamada, atribuindo-a aos serviços da empresa parceira. Logo após a recomendação, Valdirene recebeu a notícia de sua contratação como nova garota-propaganda da marca.

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A sequência foi interrompida pelo intervalo comercial, que deu continuidade à narrativa da proposta recebida pela personagem. O encerramento da participação especial solidificou a bem-sucedida integração da estratégia de marketing dentro do universo ficcional da novela “Dona de Mim”.

Valdirene, fenômeno de

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Novela Turca ‘Cruel Istambul’: O Que Esperar da Semana de 02 a 06 de Fevereiro de 2026

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Os telespectadores da novela turca ‘Cruel Istambul’, exibida na faixa das 20h30 pela Band, podem se preparar para uma semana de intensas reviravoltas. De 02 a 06 de fevereiro de 2026, a trama promete novas emoções e desdobramentos que manterão o público engajado.

Acompanhe os principais acontecimentos que moldarão o destino dos personagens nesta nova etapa da narrativa.

Novela Turca 'Cruel Istambul': O Que Esperar da Semana de 02 a 06 de Fevereiro de 2026

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Terceiro Paredão do BBB 26 Definido: Ana Paula, Brigido e Leandro Disputam Permanência

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A emoção tomou conta da casa do Big Brother Brasil 2026 na noite deste domingo, 1º, com a formação do terceiro paredão da temporada. Ana Paula Renault, Brigido e Leandro foram os escolhidos para enfrentar a berlinda e correm o risco de deixar o reality show na próxima terça-feira, 3. A dinâmica que culminou nessa disputa envolveu o Big Fone, a imunidade concedida pela líder e a votação dos confinados.

A formação começou com Jonas Sulzbach sendo automaticamente emparedado em decorrência de um consenso estabelecido pela casa após atendimento ao Big Fone. Em seguida, Sarah, a Anja, optou por conceder imunidade a Sol Vega, livrando-a da possibilidade de indicação.

A líder da semana, Maxiane, direcionou sua indicação para Ana Paula Renault, citando questões de convivência dentro do jogo. Após a escolha da líder, os demais participantes foram chamados ao confessionário para votar em quem gostariam de ver no paredão. Leandro e Brigido foram os mais votados pela casa, completando o trio de emparedados.

Uma reviravolta ocorreu com a Prova Bate e Volta, disputada por Leandro e Jonas. A prova, que dependia de sorte, resultou na vitória de Jonas, que assim conseguiu se livrar da berlinda, deixando Ana Paula, Brigido e Leandro na disputa pela permanência.

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Confira os votos da casa:

Jonas votou em Leandro.
Milena votou em Brigido.
Samira votou em Leandro.
Brigido votou em Leandro.
Alberto votou em Leandro.
Ana Paula votou em Brigido.
Breno votou em Brigido.
Solange votou em Gabriela.
Juliano votou em Brigido.
Marciele votou em Leandro.
Marcelinho votou em Brigido.
Gabriela votou em Leandro.
Edilson votou em Leandro.
Leandro votou em Brigido.
Sol votou em Leandro.
Jordana votou em Leandro.
Babu votou em Brigido.
Sarah votou em Leandro.
Chaiany votou em Brigido.

Terceiro Paredão do BBB 26 Definido: Ana Paula, Brigido e Leandro Disputam Permanência

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Comissão de Direitos Humanos Alerta para Práticas de Tortura no “BBB 26”

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A Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos (CEMDP), órgão ligado ao Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, manifestou profunda preocupação com as dinâmicas do “Quarto Branco” no “Big Brother Brasil 26”. Em carta aberta enviada à produção do programa, a entidade compara os métodos utilizados no confinamento a técnicas de tortura sistematicamente empregadas durante a ditadura militar brasileira, questionando os limites éticos do entretenimento televisivo.

O documento aponta semelhanças “aterradoras” entre as provas e castigos impostos no ambiente restrito e práticas de violação de direitos humanos. Privação de sono, isolamento prolongado, desorientação espacial e a exigência de manter posturas físicas extenuantes por longos períodos são citados como elementos que remetem a cenários de tortura, agora transformados em atração para milhões de espectadores.

A CEMDP argumenta que a dinâmica do “Quarto Branco”, presente em edições anteriores do reality, atingiu um novo patamar de intensidade nesta temporada, testando não apenas os limites físicos e psicológicos dos participantes, mas também, segundo a comissão, “os limites da nossa própria humanidade”. A entidade considera inaceitável a transformação do sofrimento extremo em produto de entretenimento.

Em sua análise, a comissão fundamenta a crítica em princípios constitucionais. A carta reitera a proibição absoluta da tortura e do tratamento degradante, conforme o artigo 5º da Constituição Federal, enfatizando que tal vedação não pode ser relativizada, mesmo mediante consentimento dos envolvidos ou pela promessa de prêmios em dinheiro. Adicionalmente, a CEMDP invoca o artigo 221, que estabelece que as concessões públicas de rádio e TV devem zelar por fins educativos, culturais e pelos “valores éticos e sociais da pessoa e da família”, padrões que, na avaliação da comissão, são incompatíveis com a exploração do sofrimento humano como espetáculo.

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O documento, formalmente dirigido à direção da Globo e endereçado à executiva Leonora Bardini, responsável pela área de conteúdos da emissora, conta com assinaturas de representantes de diversas frentes. Entre os signatários estão Diva Soares Santana (em nome de familiares de mortos e desaparecidos políticos), Vera Facciolla Paiva e Maria Cecília Adão (pela sociedade civil), a deputada Natália Bonavides (membro da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados) e a procuradora regional da República Eugênia Augusta Gonzaga. A carta inicia evocando uma frase de Wagner Moura sobre a transmissibilidade de traumas e valores entre gerações, conectando o entretenimento televisivo à responsabilidade de preservar a memória de violações de direitos humanos.

A CEMDP detalha a gravidade da associação entre o “Quarto Branco” e práticas de regimes autoritários latino-americanos. A carta menciona especificamente a exigência de uma participante permanecer em pé sobre um pedestal de diâmetro mínimo por horas, postura identificada como método de tortura documentado em contextos históricos. A comissão alerta que a reprodução de tais imagens em um reality show, sob a lógica de “resistência” e “superação”, contribui para a dessensibilização do público diante da dor alheia e enfraquece a compreensão social sobre a gravidade da violência de Estado.

O órgão também refuta o argumento de que a participação voluntária dos confinados, em busca de fama ou prêmios, legitima tais dinâmicas. Para os signatários, o consentimento não valida situações que configuram tratamento cruel ou degradante, especialmente em uma concessão pública de televisão. A carta sustenta que a memória das vítimas da repressão exige vigilância constante para impedir a normalização de práticas associadas à tortura sob o disfarce de jogo.

A intervenção da CEMDP no caso do “BBB 26” insere-se em seu esforço contínuo de manter vivo o debate sobre tortura e seus impactos sociais. Criada em 1995, a comissão foi pioneira no reconhecimento de mortos e desaparecidos políticos da Ditadura Militar. Após interrupção de suas atividades, foi recriada e reinstalada em 2024, retomando suas funções de memória, verdade e reparação para vítimas de violência de Estado.

O episódio que desencadeou a manifestação da comissão ocorreu com a dinâmica do “Quarto Branco” desta edição. Cinco participantes foram confinados em um ambiente restrito, com condições adversas de sono, alimentação e estímulos sonoros, visando exaurir física e mentalmente os competidores. A prova, que já ultrapassava 120 horas, culminou no desmaio de Rafaella Jaqueira na madrugada de 18 de janeiro, enquanto tentava se equilibrar em uma plataforma. A participante foi atendida medicamente e eliminada, enquanto outros quatro competidores foram efetivamente integrados ao elenco principal do programa.

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A CEMDP enfatiza que cenas como a de Rafaella Jaqueira não devem ser tratadas meramente como demonstrações de “resistência” ou “superação”. A comissão solicita explicitamente que a emissora reavalie o uso de dinâmicas que associam sofrimento físico e psicológico ao entretenimento, especialmente em um país que ainda lida com traumas não resolvidos da repressão estatal. A carta cita estudos que abordam a transmissão transgeracional de traumas e reitera o papel central da televisão na construção de valores compartilhados.

O documento conclui com um apelo à sociedade para que questione a aceitação de tais dinâmicas. Para a CEMDP, considerar o “Quarto Branco” como um mero formato de jogo equivale a ser conivente com a banalização de experiências que remetem à violência de Estado. A comissão defende que a memória dos mortos e desaparecidos políticos exige uma postura de rejeição a qualquer forma de dessensibilização diante da dor. A Globo, procurada pela imprensa, ainda não se manifestou sobre o caso até o momento da publicação desta notícia.

Comissão de Direitos Humanos Alerta para Práticas de Tortura no

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