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Virginia Fonseca encerra promessas pessoais e anuncia saída do SBT para focar em negócios

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A influenciadora digital Virginia Fonseca comunicou aos seus seguidores o fim de duas promessas pessoais que mantinha há cerca de cinco meses: a abstenção do uso do celular aos domingos e a restrição do consumo de doces no dia a dia. A decisão, anunciada no último sábado (31), trouxe consigo uma reflexão da própria Virginia sobre a continuidade de seus hábitos.

Em um pronunciamento em suas redes sociais, a empresária revelou que a promessa de ficar sem açúcar e sem manusear o celular aos domingos chegou ao fim. No entanto, ela expressou hesitação quanto a retomar o uso do aparelho no dia sagrado, citando a necessidade de concentração para um ensaio técnico agendado para o dia seguinte. “Eu não sei se eu quero. Porque tem ensaio técnico amanhã e a minha cabeça vai ficar [agitada]. Acho que quero ficar meio off de tudo mesmo, não sei”, confessou. Apesar da liberação para consumir doces, Virginia afirmou que manterá a dieta em virtude dos preparativos para o Carnaval.

Fim de ciclo na televisão: Virginia deixa o SBT

Em outra frente, Virginia Fonseca optou por não renovar seu contrato com o SBT, encerrando sua participação como apresentadora do programa “Sabadou com Virginia” após aproximadamente dois anos. A notícia, divulgada em 28 de janeiro de 2026, marca o fim de uma etapa na carreira televisiva da influenciadora.

Segundo comunicado oficial de sua assessoria, a decisão visa permitir que Virginia se dedique integralmente ao seu diversificado portfólio de negócios. Além das já consolidadas empresas WePink e WPink, a empresária expandirá suas atividades com a abertura de uma rede de academias, o lançamento de uma linha de roupas fitness e a continuidade das operações de seu espaço de eventos em Goiânia, a Casa VF. A nota também ressaltou o agradecimento de Virginia ao SBT pelo período de colaboração, pela confiança em seu potencial e ao público por seu apoio contínuo.

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A informação sobre a saída de Virginia do SBT foi inicialmente veiculada pelo colunista Flávio Ricco, do Portal Leo Dias, que indicava os rumores circulando nos bastidores da emissora. Na época, o jornalista já apontava que a produção se preparava para uma gravação com a apresentadora no final de fevereiro e que existiam especulações sobre a continuidade do programa no ar.

Virginia Fonseca encerra promessas pessoais e anuncia saída do SBT para focar em negócios

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Homem-Aranha em Nova Aventura Europeia: Globo Revela Filme da Sessão da Tarde de 1º de Fevereiro de 2026

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A programação da TV Globo para esta segunda-feira, 1º de fevereiro de 2026, promete ação e aventura com a exibição de um filme protagonizado pelo popular herói Peter Parker. A trama levará o Teioso a uma empolgante jornada pelo continente europeu, onde enfrentará novos desafios em mais uma missão de tirar o fôlego.

A escolha do longa-metragem, que promete envolver os telespectadores em uma história repleta de adrenalina e emoção, faz parte da tradicional sessão da tarde da emissora, consolidada como um momento de entretenimento para a família brasileira.

Homem-Aranha em Nova Aventura Europeia: Globo Revela Filme da Sessão da Tarde de 1º de Fevereiro de 2026

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Bill Gates anuncia doação de 99% de sua fortuna para combater pobreza e doenças

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O magnata da tecnologia e cofundador da Microsoft, Bill Gates, de 70 anos, reiterou seu compromisso em destinar a vasta maioria de sua riqueza para causas humanitárias. Em um anúncio que gerou repercussão global, Gates declarou a intenção de doar 99% de seu patrimônio pessoal, avaliado em aproximadamente US$ 108 bilhões (o equivalente a R$ 615 bilhões), ao longo das próximas duas décadas. Os recursos serão canalizados para a Gates Foundation, organização que lidera o combate à pobreza extrema e a doenças consideradas evitáveis.

A iniciativa filantrópica, que conta com o apoio de seu ex-sócio Warren Buffett, tem como meta investir cerca de US$ 200 bilhões (aproximadamente R$ 1,1 trilhão) em ações sociais até 2045, data prevista para o encerramento das atividades da fundação. O anúncio foi feito durante as celebrações de 25 anos da entidade, fundada em 2000 em parceria com sua então esposa, Melinda French Gates.

Gates destacou que a decisão ocorre em um cenário internacional desafiador, marcado pela redução da ajuda externa por parte de nações desenvolvidas. Ele alertou que tal retração pode comprometer os avanços conquistados nas últimas décadas em saúde pública, especialmente no que tange à mortalidade infantil. “Meu sonho é que, quando as pessoas lerem a palavra ‘malária’, elas se perguntem o que era isso”, declarou, enfatizando a necessidade de investimentos contínuos no controle de doenças como malária, poliomielite, sarampo e AIDS.

Em declarações ao jornal Financial Times, o empresário criticou abertamente a diminuição dos programas de auxílio humanitário por parte dos Estados Unidos. Ele chegou a afirmar que a imagem de um indivíduo extremamente rico “matando as crianças mais pobres do mundo” não é positiva, em uma aparente referência a Elon Musk e seus cortes de custos em órgãos governamentais. Contudo, Gates ressaltou que as decisões finais sobre o orçamento de ajuda cabem ao Congresso americano.

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Desde sua criação, a Gates Foundation já contribuiu com US$ 100 bilhões para projetos globais, incluindo iniciativas como a aliança Gavi, voltada para vacinação, e o Fundo Global de Combate à AIDS, Tuberculose e Malária. A expectativa é que o orçamento anual da fundação alcance US$ 9 bilhões até 2026, consolidando-a como uma força influente na saúde global, embora sua influência também gere debates sobre a prestação de contas em organismos internacionais como a OMS.

Apesar de ser frequentemente alvo de teorias conspiratórias e críticas sobre seu poder de influência, Bill Gates reafirma que a aceleração da doação de sua fortuna é um imperativo moral e pessoal. “As pessoas dirão muitas coisas sobre mim quando eu morrer, mas estou determinado que ‘ele morreu rico’ não será uma delas”, escreveu em seu site. “Existem problemas urgentes demais para eu manter recursos que poderiam ser usados para ajudar outras pessoas.”

A trajetória de Bill Gates rumo a essa posição de filantropia teve início com a fundação da Microsoft, aos 19 anos, após abandonar Harvard. Reconhecido por sua visão empreendedora e negociações assertivas, ele foi um pilar na revolução do computador pessoal e liderou o ranking das maiores fortunas do mundo por muitos anos. Em 2008, afastou-se das operações diárias da empresa para dedicar-se integralmente às atividades filantrópicas.

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Comissão Nacional Alerta: Quarto Branco do BBB 26 Remete a Práticas de Tortura da Ditadura

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A natureza do entretenimento televisivo e seus limites éticos voltaram ao centro do debate após a intervenção da Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos (CEMDP) em relação ao polêmico quarto branco do Big Brother Brasil 26. Em um pronunciamento formal, o órgão vinculado ao Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania enviou uma carta aberta à produção do programa, expressando profunda preocupação e comparando a dinâmica a métodos de tortura historicamente empregados no Brasil.

A CEMDP detalha que elementos como a privação de sono, o isolamento prolongado, a desorientação espacial e a exigência de manter posturas físicas extenuantes, características do quarto branco, guardam uma semelhança alarmante com as técnicas de coerção e tortura sistematicamente utilizadas durante o regime civil-militar brasileiro. A comissão argumenta que transformar tais experiências em espetáculo para milhões de espectadores ultrapassa os limites aceitáveis do entretenimento.

O documento não se restringe a criticar a edição atual do reality, mas aponta uma escalada na intensidade da dinâmica em relação a edições anteriores. Para os membros da CEMDP, ao testar os limites físicos e psicológicos dos participantes, a emissora estaria, na verdade, desafiando os limites da própria humanidade ao transformar sofrimento em produto comercial.

A crítica da comissão embasa-se em preceitos constitucionais, citando o artigo 5º da Constituição Federal, que proíbe de forma absoluta a tortura e o tratamento degradante, valores que, segundo o órgão, não podem ser relativizados nem pelo consentimento dos participantes, tampouco pela promessa de recompensas financeiras. Adicionalmente, a CEMDP invoca o artigo 221, que estabelece que as concessões públicas de rádio e TV devem priorizar fins educativos, culturais e os valores éticos e sociais, padrões que, na visão da comissão, são incompatíveis com a exploração do sofrimento humano como entretenimento.

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A carta, endereçada à executiva Leonora Bardini, responsável pelo conteúdo da emissora, é assinada por representantes de diversas esferas: Diva Soares Santana (familiares de mortos e desaparecidos políticos), Vera Facciolla Paiva e Maria Cecília Adão (sociedade civil), a deputada Natália Bonavides (Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados) e a procuradora regional da República Eugênia Augusta Gonzaga. O documento inicia evocando uma citação de Wagner Moura, ressaltando a responsabilidade da mídia na preservação da memória e na transmissão de valores positivos entre gerações.

A CEMDP enfatiza a gravidade da associação entre o quarto branco e práticas de regimes autoritários. É mencionado o caso de uma participante forçada a permanecer em pé sobre um pedestal por horas, uma postura identificada como método de tortura em contextos históricos. A comissão alerta que a repetição dessas imagens em um reality show, sob a égide da resistência física e mental, contribui para a dessensibilização do público em relação à dor alheia e enfraquece a percepção social sobre a gravidade da violência de Estado.

O órgão também refuta o argumento de que a participação voluntária dos confinados justifica a dinâmica. Para os signatários, o consentimento não legitima situações que configuram tratamento cruel ou degradante, especialmente em se tratando de uma concessão pública. A carta sustenta que a memória das vítimas da repressão exige vigilância para evitar a normalização de práticas associadas à tortura sob a aparência de um jogo.

A CEMDP, criada em 1995 e recriada em 2024, tem como missão a localização e o reconhecimento de mortos e desaparecidos políticos. Sua intervenção no caso do BBB 26 é apresentada como parte de um esforço contínuo para manter vivo o debate sobre a tortura e suas consequências sociais, reforçando seu papel na promoção da memória, verdade e reparação.

O episódio que desencadeou a manifestação ocorreu com os cinco participantes confinados desde 12 de janeiro em um ambiente restrito, com condições que visavam exaurir física e psicologicamente os competidores. A dinâmica, que já ultrapassava 120 horas, culminou no desmaio de Rafaella Jaqueira na madrugada de 18 de janeiro, enquanto tentava manter o equilíbrio em uma plataforma. A participante foi atendida e eliminada, enquanto os demais foram confirmados no elenco principal do programa.

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A CEMDP insiste que tais cenas não devem ser interpretadas meramente como atos de “resistência” ou “superação”. A comissão solicita à emissora que reavalie o uso de dinâmicas que associam sofrimento físico e psicológico ao entretenimento, especialmente em um país ainda marcado por traumas da repressão estatal. A carta cita estudos sobre transmissão transgeracional de traumas, destacando o papel crucial da televisão na formação de valores.

Finalizando, a CEMDP convoca a sociedade a questionar a aceitação de tais formatos. Para a comissão, normalizar o quarto branco como mero jogo é ser conivente com a banalização de experiências que remetem à violência de Estado. O documento reafirma que a memória dos mortos e desaparecidos políticos demanda uma postura de repúdio a qualquer forma de dessensibilização diante da dor. A Globo, procurada desde sábado (31), ainda não se pronunciou sobre o caso até o fechamento desta matéria.

Comissão Nacional Alerta: Quarto Branco do BBB 26 Remete a Práticas de Tortura da Ditadura

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