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Zé Felipe demonstra ciúmes após Ana Castela receber elogio de influenciador estrangeiro

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Apesar do recente término, o cantor Zé Felipe parece não ter superado completamente o relacionamento com Ana Castela. Uma interação recente da cantora com um influenciador coreano gerou uma reação pública do sertanejo, evidenciando um possível sentimento de ciúmes.

Ana Castela compartilhou em suas redes sociais uma postagem com a legenda “Era sol que me faltava”. A publicação chamou a atenção do influenciador coreano Sunghoon Jang, conhecido como Hooni, que comentou: “Issooo! Que linda solteira, Ana”. A interação, que sugere um interesse romântico, não passou despercebida por Zé Felipe.

Em resposta, Zé Felipe gravou vídeos em seus stories expressando seu descontentamento. Ele declarou: “Estava resolvendo coisa até agora, parei para entrar um pouquinho no Instagram e um coreano dando em cima… Um coreano dando o bote. Sai pra lá coreano safado. E eu na convicção que os jack era tudo cantor… Um jack coreano eu nunca tinha visto, não. Jack cantor tem todos, né, quase… Cabeça tá boa não”. A fala sugere que o cantor se sentiu incomodado com o avanço do influenciador sobre sua ex-namorada.

O anúncio do fim do namoro entre Zé Felipe e Ana Castela ocorreu no final de dezembro, após um relacionamento de dois meses. Os dois haviam assumido publicamente o romance em outubro de 2025. Em seu comunicado de separação, Zé Felipe enfatizou que o término não foi motivado por brigas e que ambos se amavam, mas decidiram seguir caminhos distintos para alcançar seus objetivos individuais. Ele também expressou gratidão pelo tempo que passaram juntos e pelo carinho que tem pela família de Ana.

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BBB 26: Jonas Sulzbach e Alberto Cowboy protagonizam embate na disputa pela liderança

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A intensa disputa pela primeira liderança do Big Brother Brasil 26 elevou a tensão na casa nesta quarta-feira (14). Após mais de 22 horas em pé em uma prova de resistência, Jonas Sulzbach e Alberto Cowboy engajaram em um embate verbal, evidenciando o desgaste e a rivalidade.

Jonas demonstrou determinação inabalável, declarando que pretende permanecer na prova até o limite de suas forças físicas. “Eu não vou, mano, só saio desmaiado, velho. Estou sem sono, sem sede, sem nada. Festa? Vão ter várias”, afirmou o participante, sinalizando sua resistência.

A postura de Jonas desagradou Alberto Cowboy, que tentou persuadir o colega a desistir, argumentando a necessidade de vencer a prova. “Vai perder o seu tempo, eu tenho que ganhar isso aqui”, disse Cowboy. A interação rapidamente descambou para um bate-boca, com Jonas retrucando: “Você também. Então vai ter que lutar comigo até o final”. Cowboy respondeu com ironia, incentivando Jonas a poupar energia.

O clima esquentou ainda mais quando Jonas utilizou a diferença de idade como argumento, sugerindo que sua juventude lhe conferiria vantagem física. Ele também aludiu ao desempenho de Cowboy em treinos anteriores na casa. “Se você quer, eu também quero. Você acha que eu vou desistir por causa de você? Você é mais velho, precisa poupar mais. Estou mais jovem, treinar você não aguentou nem o treininho que eu passei ali”, disparou Jonas.

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Alberto Cowboy defendeu-se, invocando sua experiência em provas de resistência passadas no reality show. “Que isso, meu filho? Sou campeão de resistência aqui já, na casa”, concluiu Cowboy.

Neste momento, a disputa pela liderança do BBB 26 se resume à resistência de Jonas e Alberto Cowboy, os dois únicos participantes que permanecem na prova.

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SBT Anuncia Novo Programa Esportivo com Galvão Bueno e Descontinua ‘Arena’

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O SBT promove uma significativa reformulação em sua programação esportiva, com a iminente substituição do programa ‘Arena’ por uma nova atração comandada pela voz icônica de Galvão Bueno. A iniciativa, prevista para estrear no início de 2026, sinaliza um investimento estratégico da emissora para reforçar sua presença no cenário esportivo, especialmente em antecipação à Copa do Mundo.

O programa ‘Arena’, que esteve no ar desde outubro de 2020 sob o comando de Benjamin Back, dará lugar a uma produção inédita que buscará mesclar a expertise de Galvão Bueno em análises esportivas com o tradicional entretenimento característico do SBT. A estreia está marcada para o final de fevereiro de 2026, logo após o período de Carnaval, ocupando a faixa das noites de segunda-feira, tradicionalmente destinada a debates esportivos logo após o ‘Programa do Ratinho’.

A nova proposta editorial promete inovações, como a utilização de um auditório para gravações e um quadro especial dedicado a entrevistas com ex-jogadores que conquistaram títulos mundiais pela Seleção Brasileira. Tais elementos visam engajar o público e prepará-lo para as transmissões da Copa do Mundo, nas quais o SBT detém direitos de exibição na TV aberta.

Embora o elenco ainda esteja em fase de definição, a participação de Mauro Naves é considerada certa, retomando uma parceria frequente com Galvão. Existe ainda a possibilidade de Benjamin Back integrar o novo projeto como debatedor, dependendo de negociações futuras. Um primeiro encontro formal entre representantes da emissora e o apresentador já ocorreu para alinhar os detalhes do formato.

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O SBT adquiriu direitos de transmissão de 32 partidas da Copa do Mundo através de um acordo com a NSports, empresa da qual Galvão Bueno é um dos sócios. Em comunicado oficial, a emissora informou que o projeto ainda está em fase de formatação e que não há definições formais a serem anunciadas no momento. Essa movimentação reforça o plano do SBT em consolidar sua autoridade esportiva para o mundial, dividindo as transmissões com a Globo e a CazéTV.

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Supermercados sob Foco: Entenda as Proibições Legais no Pagamento com Cartão

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A legislação brasileira de defesa do consumidor impõe restrições claras à forma como grandes redes varejistas, incluindo supermercados como o Assaí, devem lidar com os pagamentos de seus clientes. O Código de Defesa do Consumidor (CDC) estabelece diretrizes para garantir práticas comerciais justas e transparentes, especialmente no momento da transação final.

Uma das proibições mais relevantes, e que frequentemente gera conflitos, é a imposição de um valor mínimo para compras realizadas com cartões de crédito ou débito. Embora alguns estabelecimentos ainda tentem implementar essa prática, a norma é direta: uma vez que o supermercado opta por aceitar pagamentos eletrônicos, não pode estabelecer um patamar inferior para sua utilização.

Essa exigência de valor mínimo é considerada uma prática abusiva e uma infração direta aos princípios do CDC. É importante ressaltar que a lei não obriga os estabelecimentos a oferecerem a opção de pagamento com cartão. A decisão de aceitar ou não essa modalidade é do comerciante. No entanto, ao decidir incluir o cartão em suas opções de pagamento, o fornecedor assume o compromisso de permitir sua utilização em qualquer valor, sem impor condições adicionais ou restritivas.

Órgãos de defesa do consumidor, como o Procon de São Paulo, reforçam essa interpretação em seus manuais. Segundo as orientações, o cliente tem o direito de usar o cartão de pagamento independentemente do valor da compra. Placas afixadas nos caixas que determinam um valor mínimo para o uso do cartão contrariam essa determinação e podem levar à autuação do estabelecimento em fiscalizações.

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Muitas vezes, os supermercados justificam a imposição de valores mínimos alegando os custos associados às taxas das operadoras de cartão. Contudo, a legislação não considera essa justificativa válida. Os custos operacionais e as taxas inerentes à atividade comercial são de responsabilidade do fornecedor e não podem ser repassados ao consumidor por meio de restrições ilegais.

Em situações onde o supermercado insiste em praticar a exigência de valor mínimo para pagamentos com cartão, o consumidor tem o direito de formalizar uma reclamação. O Procon orienta que sejam registrados boletins de ocorrência, seja presencialmente ou através dos canais digitais. A coleta de evidências, como fotos de avisos ou testemunhos, pode fortalecer a apuração e resultar em sanções administrativas para o estabelecimento infrator.

Portanto, a legislação é clara ao determinar que redes como o Assaí não podem estabelecer um valor mínimo para pagamentos com cartão. A aceitação dessa forma de pagamento é uma liberalidade do comércio, mas, uma vez aceita, a restrição posterior não encontra amparo legal, visando relações de consumo mais equitativas e em conformidade com os direitos do cidadão.

Supermercados sob Foco: Entenda as Proibições Legais no Pagamento com Cartão

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