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Beth Goulart, aos 65 anos, revela refúgio carioca com alma e memórias

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A renomada atriz Beth Goulart, que celebra 65 anos de vida, é um dos pilares da atuação brasileira, com uma carreira consolidada e marcada por papéis memoráveis. Longe dos holofotes de seus personagens, a artista abriu as portas de sua residência no Rio de Janeiro em 2024, revelando um lar que reflete sua essência e a importância de um ambiente com “energia”.

Com um currículo extenso na teledramaturgia, Goulart participou de clássicos como “Selva de Pedra” (1986), “O Clone” (2001), “Paraíso Tropical” (2007) e “Três Irmãs” (2008), além de ter iniciado sua trajetória em produções da TV Tupi como “Papai Coração” (1976) e “Éramos Seis” (1977).

Beth Goulart não se resume à atuação; é também cantora, escritora, diretora e dramaturga, demonstrando sua versatilidade artística.

A Artista e Seu Santuário Pessoal

Nascida no Rio de Janeiro em 25 de janeiro de 1961, Beth Goulart é filha dos icônicos atores Nicette Bruno e Paulo Goulart. Sua paixão por receber e o apreço por um lar acolhedor parecem ter sido herdados dos pais.

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Em entrevista recente, a atriz compartilhou detalhes de sua mansão, descrevendo-a como um reflexo de sua personalidade e de suas experiências. “A casa tem que representar um pouco de você”, afirmou, destacando que o imóvel abriga lembranças de viagens pelo Brasil, especialmente durante sua turnê com a peça “Simplesmente eu, Clarice Lispector”. A atriz expressou seu apreço pela arte brasileira e pela preservação de memórias.

O espaço de trabalho é um dos seus locais prediletos, e a decoração é cuidadosamente composta por itens que remetem a viagens e, significativamente, por peças que pertenceram aos seus pais. “Tenho poltronas da minha mãe e do meu pai. Eles gostavam muito de receber pessoas em casa. Eu aprendi com eles isso de a casa ser um lar aberto para receber pessoas queridas”, declarou, ressaltando a importância de um lar que sirva como um “santuário” para recarregar as energias.

Beth Goulart em cena
Beth Goulart em um momento de sua carreira. Foto: Divulgação/ Nana Moraes

Reconhecimento e Relevância na Arte Contemporânea

Beth Goulart tem se destacado em projetos que exploram novas linguagens. Recentemente, esteve em “Tudo Por Uma Segunda Chance”, a primeira novela vertical da Globo, indicando seu alinhamento com inovações na teledramaturgia.

No teatro, a atriz segue celebrando seus 50 anos de carreira com o aclamado monólogo “Simplesmente Eu, Clarice Lispector”. A peça, que já encantou mais de 1,3 milhão de espectadores em 294 cidades, consolida-se como um marco no teatro brasileiro contemporâneo e tem sido um dos grandes sucessos de sua trajetória.

Saiba mais: Beth Goulart abraça nova fase com maturidade como atriz e mulher.

Confira uma postagem recente de Beth Goulart nas redes sociais:

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IFAB Implementa “Lei Vini Jr.” e Novas Punições para Combater Discriminação e Protestos Excessivos no Futebol

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A International Football Association Board (IFAB), órgão máximo na regulamentação das regras do futebol, anunciou nesta terça-feira (28/04) a adoção de medidas significativas para coibir a discriminação e comportamentos antidesportivos em campo. Uma das novas diretrizes, batizada de “Lei Vini Jr.”, visa especificamente combater atos de racismo, inspirada em incidentes recentes envolvendo o atacante brasileiro.

A decisão foi tomada em reunião realizada em Vancouver, Canadá. Além da “Lei Vini Jr.”, o IFAB também estabeleceu punições mais severas para atletas que protagonizarem protestos contra as decisões da arbitragem, incluindo a possibilidade de abandono do campo de jogo.

A “Lei Vini Jr.” surge como resposta direta a episódios de preconceito, como o ocorrido em fevereiro durante uma partida da UEFA Champions League. Na ocasião, o jogador brasileiro Vini Jr. acusou o argentino Gianluca Prestianni, do Benfica, de proferir ofensas racistas, como a imitação de um macaco, e de cobrir a boca com a camisa em um gesto provocativo. Embora Prestianni tenha sido advertido com um cartão amarelo e, posteriormente, suspenso pela UEFA por seis partidas, a falta de uma regra clara para lidar com a situação em tempo real gerou debate.

Com a nova regulamentação, jogadores que realizarem gestos como cobrir a boca durante discussões ou em resposta a provocações no campo de jogo estarão sujeitos à expulsão imediata, mediante a exibição de cartão vermelho.

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Paralelamente, o IFAB introduziu uma nova regra para punir o abandono do campo de jogo como forma de protesto. Essa medida foi inspirada em um incidente na final da Copa Africana de Nações, quando jogadores da seleção senegalesa deixaram o gramado em discordância com uma marcação de pênalti. Apesar de terem retornado ao jogo e vencido o torneio, a Confederação Africana de Futebol (CAF) inicialmente declarou vitória por W.O. para o adversário, decisão que gerou polêmica e está em processo de recurso na Corte Arbitral do Esporte (CAS).

A partir de agora, atletas e membros da comissão técnica que deixarem o campo em protesto contra a arbitragem serão automaticamente excluídos da partida, sem a possibilidade de retorno, o que representa uma punição severa para tais atitudes.

IFAB Implementa

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Matheus Cunha: Incomôdo Muscular Acende Alerta, Mas Não Indica Lesão Grave

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A ausência de Matheus Cunha na partida do Manchester United contra o Brentford, pela Premier League, gerou preocupação entre os fãs e a imprensa, especialmente com a proximidade da Copa do Mundo. Inicialmente, o jogador foi retirado do jogo devido a dores no quadril, sentidas após o confronto contra o Chelsea. O técnico Michael Carrick havia mencionado um problema no músculo flexor como causa.

No entanto, em contato com a reportagem, a assessoria do atleta trouxe novos detalhes sobre o quadro clínico. Segundo a equipe de Matheus Cunha, o que se trata é apenas de um ‘incômodo’. Exames realizados não detectaram nenhuma lesão, e o jogador chegou a treinar após a partida contra o Chelsea e os procedimentos médicos. Contudo, o desconforto não desapareceu completamente, levando o clube a optar pela preservação do atleta para o último compromisso.

A decisão de poupar Matheus Cunha foi tomada para evitar qualquer risco de agravar o quadro. A situação ocorre em um momento de atenção especial para a Seleção Brasileira, que já lidou com desfalques recentes de atletas por lesão. A expectativa agora é de que o jogador se recupere totalmente, sem a necessidade de um afastamento prolongado dos gramados.

As informações mais recentes indicam que o problema é pontual e não há sinais de uma lesão mais séria. O atacante segue sendo monitorado para garantir sua completa recuperação física.

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Mourinho é cotado para retornar ao Real Madrid, mas declaração polêmica sobre Vini Jr. gera controvérsia

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O nome de José Mourinho volta a circular com força nos bastidores do Real Madrid. A diretoria merengue considera o técnico português uma opção viável para assumir o comando da equipe caso o desempenho sob o comando de Alfonso Arbeloa não apresente melhoras. A experiência e o histórico de títulos do ‘Special One’ no clube, além de sua relação com o presidente Florentino Pérez, pesam a favor da sua possível volta ao Santiago Bernabéu.

No entanto, a cogitação do retorno de Mourinho vem acompanhada de um episódio recente que gerou críticas. Segundo informações do site The Athletic, o técnico se manifestou de forma controversa após o atacante brasileiro Vini Jr. ter sido vítima de racismo. Mourinho teria, em vez de condenar o ato, focado em supostas falhas do próprio jogador na comemoração, sugerindo que a situação foi provocada por ambas as partes.

A postura de Mourinho na ocasião foi duramente criticada, inclusive por outros treinadores. Vincent Kompany, técnico do Bayern de Munique, chegou a se manifestar publicamente, acusando o português de ignorar o caso de racismo. Essa declaração, somada à insatisfação de parte da torcida e da imprensa espanhola, levanta questionamentos sobre a adequação do retorno do treinador.

José Mourinho dirigiu o Real Madrid entre 2010 e 2013, período em que conquistou um Campeonato Espanhol, uma Copa do Rei e uma Supercopa da Espanha. Sua passagem é lembrada como um momento em que o clube conseguiu rivalizar em pé de igualdade com o Barcelona de Pep Guardiola.

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