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Bruno Henrique é acionado na Justiça por suposta paternidade às vésperas da final da Libertadores

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Um nome de peso no elenco do Flamengo, o atacante Bruno Henrique encontra-se no centro de uma polêmica judicial às vésperas da decisão da Copa Libertadores da América. O jogador foi notificado em um processo que exige o reconhecimento da paternidade de uma criança de três anos.

A ação foi movida por Rosely Santiago, que se apresenta nas redes sociais como influenciadora e criadora de conteúdo. Sob o pseudônimo de Ella Rose, ela acumula mais de 75 mil seguidores no Instagram, onde compartilha aspectos de sua vida pessoal, incluindo rotina de beleza, moda e o cotidiano com seus filhos. Após a notícia da ação vir à tona, divulgada pela jornalista Fábia Oliveira, Rosely Santiago optou por desativar a seção de comentários em seu perfil.

O processo judicial corre sob segredo de justiça. Em nota oficial enviada ao jornal EXTRA, a equipe de Bruno Henrique negou veementemente o teor da ação. A assessoria do atleta lamentou a divulgação da informação em um momento tão crucial para o jogador e para o clube, classificando a tentativa como uma forma de “conturbar o ambiente”.

Vestindo a camisa do Flamengo, Rosely Santiago publicou fotos no Maracanã em novembro de 2021. Na ocasião, em resposta a comentários de seguidores, ela mencionou ter encerrado um relacionamento com um homem chamado Henrique. Em setembro deste ano, Ella Rose postou imagens no Rio de Janeiro, desta vez ostentando em sua vestimenta o nome do atacante Bruno Henrique.

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O atacante, que está casado há uma década com Giselen Ramalho, com quem tem dois filhos – Lorenzo, de 7 anos, e Pietro, de 3 –, nunca teve seu nome associado a escândalos de infidelidade até o momento.

Bruno Henrique é acionado na Justiça por suposta paternidade às vésperas da final da Libertadores

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Mãe de Virginia Fonseca defende a filha e critica Luana Piovani: ‘Praga de gente ruim não pega em gente do bem’

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Margareth Serrão, mãe da influenciadora Virginia Fonseca, utilizou suas redes sociais nesta segunda-feira (27) para se manifestar em defesa da filha. A declaração surge como resposta às recentes falas polêmicas de Luana Piovani, que criticou publicamente Virginia e seu envolvimento com publicidade de jogos e apostas, chegando a mencionar “dinheiro de sangue” e maldições que recairiam sobre os filhos da influenciadora.

Em uma publicação, Serrão expressou sua indignação e demonstrou fé, afirmando que “praga de gente ruim não pega em gente do bem”. Ela declarou que irá orar para que qualquer energia negativa não atinja seus netos. “Tá repreendido em nome de Jesus. Deus é muito mais poderoso que o diabo. Por tanto, praga de gente ruim, não pega em gente do bem. Vou é rezar p esta coitada, recalcada, louca e odiada por todos. Deus abençoe os filhos dela p q esta praga não caia neles”, escreveu Margareth.

As declarações de Piovani, que incluíram a acusação de que “a maldição vai colar em você e resvalará nos seus filhos, um dinheiro de sangue e endemoniado”, foram o estopim para que Virginia Fonseca anunciasse que pretende acionar a Justiça. A influenciadora, visivelmente emocionada em um vídeo divulgado anteriormente, declarou seu cansaço com os ataques direcionados aos seus filhos, afirmando que é inaceitável que um ser humano profira tais palavras.

Mãe de Virginia Fonseca defende a filha e critica Luana Piovani: 'Praga de gente ruim não pega em gente do bem'

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CBF registra déficit de R$ 182,5 milhões em 2025, apesar do aumento na receita

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A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) encerrou o exercício financeiro de 2025 com um saldo negativo de R$ 182,5 milhões. O resultado, aprovado em assembleia geral com as federações estaduais nesta segunda-feira (27/4), marca uma reversão significativa em relação ao superávit de R$ 107 milhões registrado no ano anterior.

O aumento expressivo nas despesas operacionais é apontado como o principal fator para o déficit. Dentre os gastos que impactaram o balanço, destaca-se um pagamento de R$ 80 milhões ao clube Icasa, referente a uma decisão judicial ligada à não participação do time na elite do futebol nacional em 2014. A disputa judicial teve origem em 2013, quando o Icasa questionou a permanência do Figueirense na Série B devido à suposta escalação irregular do jogador Luan.

Mesmo sem considerar o valor destinado ao Icasa, as contas da CBF ainda apresentariam um resultado deficitário, superando a marca de R$ 100 milhões. A entidade justifica esses gastos como parte de um plano de regularização de passivos herdados de gestões anteriores.

As operações da Seleção Brasileira também contribuíram para o cenário financeiro. Sob o comando de Carlo Ancelotti, os custos logísticos com deslocamentos para jogos das Eliminatórias e amistosos totalizaram R$ 27 milhões. Adicionalmente, R$ 13 milhões foram investidos em ações de marketing e outros R$ 9 milhões em tecnologia e consultoria em áreas institucionais, esportivas e jurídicas.

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Outro fator que influenciou o fluxo de caixa foi a antecipação de receitas do contrato com a Nike, que foram contabilizadas no exercício de 2024, reduzindo a entrada de recursos em 2025.

Apesar do resultado negativo, a arrecadação bruta da CBF apresentou crescimento, alcançando R$ 1,7 bilhão, um aumento de aproximadamente R$ 200 milhões em comparação com o ano anterior.

O diretor financeiro, Valdecir de Souza, explicou que os investimentos visam a modernização administrativa e a adoção de práticas de gestão alinhadas às de grandes entidades internacionais como a FIFA. O presidente Samir Xaud ressaltou que a prioridade atual é a reorganização financeira e a quitação de débitos trabalhistas e com clubes, buscando consolidar bases para o futuro, mesmo diante do déficit pontual.

CBF registra déficit de R$ 182,5 milhões em 2025, apesar do aumento na receita

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CBF fecha 2025 com déficit de R$ 182,5 milhões apesar de alta na arrecadação

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A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) encerrou o exercício financeiro de 2025 com um saldo negativo de R$ 182,5 milhões. O resultado, aprovado em assembleia geral com as 27 federações estaduais na última segunda-feira (27/4), representa uma inversão de cenário em relação ao superávit de R$ 107 milhões apurado em 2024.

O aumento expressivo das despesas operacionais ao longo do período é apontado como o principal fator para o déficit. Entre os gastos que impactaram as contas, destaca-se o pagamento de R$ 80 milhões ao Icasa. Este valor é resultado de uma decisão judicial referente à não participação do clube na elite do futebol nacional em 2014.

A disputa judicial que originou o pagamento ao Icasa remonta à Série B de 2013, quando o clube cearense questionou a permanência do Figueirense na competição devido a uma suposta escalação irregular do jogador Luan. A indenização foi efetuada pela entidade mais de uma década após o ocorrido.

Mesmo excluindo a quantia paga ao Icasa, o resultado financeiro da CBF ainda seria deficitário, ultrapassando a marca de R$ 100 milhões. A justificativa apresentada pela confederação para os gastos elevados reside em investimentos voltados à regularização de passivos herdados de gestões anteriores.

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As operações da Seleção Brasileira também tiveram influência nas finanças. A gestão do técnico Carlo Ancelotti demandou um volume maior de viagens para compromissos oficiais, incluindo jogos das Eliminatórias e amistosos. Esses deslocamentos geraram custos logísticos de R$ 27 milhões.

Adicionalmente, a entidade destinou R$ 13 milhões para ações de marketing e R$ 9 milhões para áreas de tecnologia e consultoria institucional, esportiva e jurídica. Outro fator que afetou o fluxo de caixa foi a antecipação de receitas do contrato com a Nike. Esses valores, contabilizados no exercício anterior, reduziram a entrada de recursos em 2025.

Apesar do resultado final negativo, a arrecadação total da CBF apresentou crescimento. A receita bruta alcançou R$ 1,7 bilhão, um aumento de aproximadamente R$ 200 milhões em comparação com o ano anterior.

O diretor financeiro, Valdecir de Souza, ressaltou que os gastos fazem parte de um plano de modernização administrativa, com o objetivo de aumentar a eficiência e alinhar a CBF às práticas de grandes organizações do futebol mundial, como a FIFA.

O presidente Samir Xaud enfatizou que a prioridade atual é a reorganização financeira e a quitação de débitos trabalhistas e com clubes. Segundo ele, a estratégia visa estabelecer bases sólidas para conquistas futuras, mesmo diante do déficit registrado no período.

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CBF fecha 2025 com déficit de R$ 182,5 milhões apesar de alta na arrecadação

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