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Cabrini na Venezuela: O Repórter Brasileiro que Desafiou a Repressão para Documentar o Pós-Maduro

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Em meio a um cenário de incerteza e rigor com a imprensa, o jornalista brasileiro Roberto Cabrini realizou uma imersão de quatro dias na Venezuela. Sua incursão ao país sul-americano, que ocorreu após a detenção do ditador Nicolás Maduro em 3 de janeiro, o destacou como o único repórter do Brasil a conseguir acesso ao território sob as condições atuais.

A missão de Cabrini, conforme relatado, era registrar as repercussões diretas da operação conduzida pelos Estados Unidos contra o regime venezuelano. Para viabilizar sua entrada, o apresentador contou com o apoio de uma rede de contatos que facilitou sua mobilidade no país.

Durante sua cobertura, Cabrini enfrentou um ambiente hostil e repleto de restrições. Ele detalhou as dificuldades impostas pelas autoridades locais, que exigiam a exclusão imediata de quaisquer gravações realizadas em seus dispositivos móveis. “A gente gravava com celular da forma mais discreta que podíamos, enviava estas imagens e imediatamente apagava, e não era só apagar da primeira memória do celular. Apagava de todos os compartimentos dos nossos aparelhos, por uma questão de segurança”, relatou o jornalista.

Apesar das adversidades, Cabrini conseguiu produzir um material que evidencia os alvos militares atingidos pelos bombardeios americanos, os impactos sobre a população civil e o cenário de forte presença militar em Caracas. A reportagem completa, fruto de sua estadia na Venezuela, foi exibida no programa Domingo Espetacular, da Record, no último domingo, 11 de agosto.

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O episódio se insere em um contexto de crescentes denúncias contra a liberdade de imprensa no país. O Sindicato de Trabalhadores de Imprensa da Venezuela já registrou a detenção de 22 profissionais da comunicação, evidenciando o clima de apreensão vivido pelos jornalistas na região.

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Wesley Safadão defende cachês milionários de prefeituras: “Não estamos cometendo crime”

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O cantor Wesley Safadão se pronunciou sobre as críticas envolvendo os altos cachês pagos por prefeituras nordestinas para suas apresentações. Em meio a questionamentos sobre o uso de verbas públicas em sua contratação, o artista afirmou que sua atuação profissional não configura ilegalidade.

Em entrevista concedida nos bastidores de um evento em Ribeirão Preto (SP), Safadão declarou: “Eu sempre digo o seguinte: a gente está bem tranquilo em relação a isso. Às vezes, as pessoas estão até achando que é como se fosse praticamente um crime, mas ninguém está cometendo um crime. A gente está executando o nosso trabalho”.

A declaração surge após uma decisão judicial no Ceará, que determinou que Renan Santos, uma das figuras centrais do Movimento Brasil Livre (MBL) e pré-candidato à presidência, removesse conteúdos em que rotulou o cantor como “novo ícone da corrupção”. As acusações de Santos referiam-se especificamente aos valores recebidos por Safadão em contratos com municípios do Nordeste.

Safadão reforçou sua posição: “Ninguém está colocando a faca no pescoço de ninguém para nos contratar. Eu acho que não tem coisa melhor no mundo do que você deitar com sua consciência tranquila e em paz. Eu sei o tempo de carreira, o tempo de trabalho que eu tenho, e estou muito feliz. Só tenho a agradecer, não tenho nada a reclamar”.

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O artista, que tem previsão de receber R$ 1,5 milhão por sua participação no São João de Caruaru em 2026, defendeu a valorização de seu trabalho: “Já ouvi perguntarem como é que um show sobe, de um ano para o outro, mais de 10%? Eu sempre digo que não existe artista caro, existem os artistas que não se pagam. Não menosprezando a carreira de ninguém, mas, assim, a gente está muito tranquilo quanto a isso”.

Na última segunda-feira (27/4), Safadão obteve uma vitória judicial na ação que moveu contra Renan Santos por calúnia, difamação e injúria. Santos havia acusado o cantor de corrupção, alegando que ele “lidera um esquema bizarro que explora prefeituras pobres no Nordeste e toma para si milhões em dinheiro que não deveria estar com ele”. Segundo as alegações de Santos, apenas entre 2024 e 2025, Safadão teria firmado mais de 50 contratos totalizando R$ 52 milhões.

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Wesley Safadão defende cachês de prefeituras e rebate acusações de ilegalidade

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O cantor Wesley Safadão se pronunciou sobre as polêmicas envolvendo os valores de seus cachês recebidos por meio de contratos com prefeituras. Em entrevista concedida em Ribeirão Preto, interior de São Paulo, o artista afirmou que não há ilegalidade nas contratações e que seu trabalho é executado dentro da legalidade.

A declaração surge em meio a críticas e questionamentos sobre os cachês pagos com dinheiro público, especialmente de municípios nordestinos. Recentemente, Renan Santos, uma das figuras proeminentes do Movimento Brasil Livre (MBL) e pré-candidato à presidência, foi obrigado pela Justiça do Ceará a remover publicações que associavam Safadão a um “novo ícone da corrupção”. Santos havia alegado que o artista estaria envolvido em um esquema que envolvia milhões em contratos com prefeituras do Nordeste.

Safadão defendeu-se das acusações, declarando: “A gente está bem tranquilo em relação a isso. Às vezes, as pessoas estão até achando que é como se fosse praticamente um crime, mas ninguém está cometendo um crime. A gente está executando o nosso trabalho”. Ele ressaltou a importância de ter a consciência tranquila e o orgulho de sua trajetória profissional.

O cantor, que tem um show agendado no São João de Caruaru com um cachê de R$ 1,5 milhão, também abordou a percepção de que seus valores seriam excessivos. “Já ouvi perguntarem como é que um show sobe, de um ano para o outro, mais de 10%? Eu sempre digo que não existe artista caro, existem os artistas que não se pagam”, ponderou, sem desmerecer a carreira de outros artistas.

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A controvérsia ganhou força após Renan Santos divulgar informações sobre mais de 50 contratos firmados por Safadão entre 2024 e 2025, totalizando R$ 52 milhões, e acusá-lo de explorar prefeituras com dificuldades financeiras. Em resposta, o cantor obteve uma decisão judicial favorável em uma ação movida contra Santos por calúnia, difamação e injúria.

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Wesley Safadão Defende Cachês Públicos e Afirma: ‘Não Estamos Cometendo Crime’

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O cantor Wesley Safadão se pronunciou sobre as críticas a respeito dos valores recebidos por suas apresentações, muitas delas financiadas com verbas públicas. Em meio a um debate intensificado, o artista defendeu sua atuação profissional e a legalidade dos contratos.

Recentemente, a Justiça do Ceará determinou que Renan Santos, figura proeminente do Movimento Brasil Livre (MBL) e pré-candidato à presidência, removesse conteúdos em que acusava Safadão de ser um “novo ícone da corrupção” devido aos cachês pagos por prefeituras do Nordeste. Em declarações feitas nos bastidores de um evento em Ribeirão Preto (SP), o músico abordou as acusações.

“Eu sempre digo o seguinte: a gente está bem tranquilo em relação a isso. Às vezes, as pessoas estão até achando que é como se fosse praticamente um crime, mas ninguém está cometendo um crime. A gente está executando o nosso trabalho”, afirmou Safadão, ressaltando a tranquilidade em relação à sua conduta.

O artista, que tem previsão de receber R$ 1,5 milhão por sua participação no São João de Caruaru em 2026, enfatizou a justificativa por trás dos valores cobrados. “Já ouvi perguntarem como é que um show sobe, de um ano para o outro, mais de 10%? Eu sempre digo que não existe artista caro, existem os artistas que não se pagam. Não menosprezando a carreira de ninguém, mas, assim, a gente está muito tranquilo quanto a isso”, declarou.

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Safadão também comentou sobre a origem dos contratos: “Ninguém está colocando a faca no pescoço de ninguém para nos contratar. Eu acho que não tem coisa melhor no mundo do que você deitar com sua consciência tranquila e em paz. Eu sei o tempo de carreira, o tempo de trabalho que eu tenho, e estou muito feliz. Só tenho a agradecer, não tenho nada a reclamar”.

A polêmica ganhou contornos legais na última segunda-feira (27/4), quando o cantor obteve uma decisão favorável em ação movida contra Renan Santos por calúnia, difamação e injúria. Santos havia acusado o artista de liderar um “esquema bizarro” que exploraria prefeituras nordestinas, alegando que Safadão teria recebido R$ 52 milhões em mais de 50 contratos entre 2024 e 2025.

Wesley Safadão Defende Cachês Públicos e Afirma: 'Não Estamos Cometendo Crime'

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