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Cariúcha Assume o “Superpop” com Salário Inferior a Aparelhos de Última Geração

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A apresentadora Cariúcha, que recentemente encerrou seu vínculo com o SBT, está pronta para assumir o comando do programa “Superpop” na RedeTV! a partir de março de 2026. A negociação, que selou a substituição de Luciana Gimenez no horário nobre da emissora, definiu uma remuneração mensal de R$ 15 mil para a comunicadora. Este valor é notavelmente inferior ao custo de smartphones de ponta no mercado atual, como o iPhone 17 Pro Max de 2 TB, cujo preço de varejo ultrapassa os R$ 16 mil.

Além do salário fixo, Cariúcha terá direito a uma remuneração adicional por cada ação de merchandising realizada durante o programa, estimada em R$ 3 mil por ação. A estratégia financeira da RedeTV! representa uma redução expressiva nos custos da faixa, considerando que especulações de mercado indicam que Luciana Gimenez recebia cerca de R$ 200 mil mensais. Dessa forma, os vencimentos fixos da nova apresentadora correspondem a menos de 10% do montante anteriormente destinado à função.

Trajetória e Negociação

O desligamento de Cariúcha do SBT foi anunciado como uma iniciativa própria da artista, que buscou a direção para formalizar o fim do contrato. Durante seu período na emissora de Silvio Santos, ela participou de programas como “Fofocalizando” e “Programa do Ratinho”. As conversas com a RedeTV! foram conduzidas diretamente por Andrea Dallevo, executiva chave na área Artística e de Programação da emissora, e a proximidade com a apresentadora foi um fator crucial para o acordo.

A mudança de emissora ocorre em um contexto de repercussão midiática de alguns episódios envolvendo a comunicadora. Semanas antes de sua saída do SBT, um incidente com o médico Danilo Bravo gerou comentários sobre uma suposta agressão, embora Cariúcha tenha posteriormente adotado uma postura conciliadora, reforçando seu compromisso com o público e o foco em sua carreira.

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Estratégia de Transição

Com a formalização do contrato, a equipe de produção da RedeTV! dedica-se agora aos preparativos para a estreia em março. A emissora busca manter os índices de audiência do “Superpop” através da transição de comando, apostando na visibilidade do horário e na capacidade da nova apresentadora de engajar o público. A aceitação da proposta financeira, considerada modesta para os padrões da televisão aberta, estaria atrelada a essa estratégia de reposicionamento.

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Mãe de Virginia Fonseca defende a filha e critica Luana Piovani: ‘Praga de gente ruim não pega em gente do bem’

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Margareth Serrão, mãe da influenciadora Virginia Fonseca, utilizou suas redes sociais nesta segunda-feira (27) para se manifestar em defesa da filha. A declaração surge como resposta às recentes falas polêmicas de Luana Piovani, que criticou publicamente Virginia e seu envolvimento com publicidade de jogos e apostas, chegando a mencionar “dinheiro de sangue” e maldições que recairiam sobre os filhos da influenciadora.

Em uma publicação, Serrão expressou sua indignação e demonstrou fé, afirmando que “praga de gente ruim não pega em gente do bem”. Ela declarou que irá orar para que qualquer energia negativa não atinja seus netos. “Tá repreendido em nome de Jesus. Deus é muito mais poderoso que o diabo. Por tanto, praga de gente ruim, não pega em gente do bem. Vou é rezar p esta coitada, recalcada, louca e odiada por todos. Deus abençoe os filhos dela p q esta praga não caia neles”, escreveu Margareth.

As declarações de Piovani, que incluíram a acusação de que “a maldição vai colar em você e resvalará nos seus filhos, um dinheiro de sangue e endemoniado”, foram o estopim para que Virginia Fonseca anunciasse que pretende acionar a Justiça. A influenciadora, visivelmente emocionada em um vídeo divulgado anteriormente, declarou seu cansaço com os ataques direcionados aos seus filhos, afirmando que é inaceitável que um ser humano profira tais palavras.

Mãe de Virginia Fonseca defende a filha e critica Luana Piovani: 'Praga de gente ruim não pega em gente do bem'

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CBF registra déficit de R$ 182,5 milhões em 2025, apesar do aumento na receita

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A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) encerrou o exercício financeiro de 2025 com um saldo negativo de R$ 182,5 milhões. O resultado, aprovado em assembleia geral com as federações estaduais nesta segunda-feira (27/4), marca uma reversão significativa em relação ao superávit de R$ 107 milhões registrado no ano anterior.

O aumento expressivo nas despesas operacionais é apontado como o principal fator para o déficit. Dentre os gastos que impactaram o balanço, destaca-se um pagamento de R$ 80 milhões ao clube Icasa, referente a uma decisão judicial ligada à não participação do time na elite do futebol nacional em 2014. A disputa judicial teve origem em 2013, quando o Icasa questionou a permanência do Figueirense na Série B devido à suposta escalação irregular do jogador Luan.

Mesmo sem considerar o valor destinado ao Icasa, as contas da CBF ainda apresentariam um resultado deficitário, superando a marca de R$ 100 milhões. A entidade justifica esses gastos como parte de um plano de regularização de passivos herdados de gestões anteriores.

As operações da Seleção Brasileira também contribuíram para o cenário financeiro. Sob o comando de Carlo Ancelotti, os custos logísticos com deslocamentos para jogos das Eliminatórias e amistosos totalizaram R$ 27 milhões. Adicionalmente, R$ 13 milhões foram investidos em ações de marketing e outros R$ 9 milhões em tecnologia e consultoria em áreas institucionais, esportivas e jurídicas.

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Outro fator que influenciou o fluxo de caixa foi a antecipação de receitas do contrato com a Nike, que foram contabilizadas no exercício de 2024, reduzindo a entrada de recursos em 2025.

Apesar do resultado negativo, a arrecadação bruta da CBF apresentou crescimento, alcançando R$ 1,7 bilhão, um aumento de aproximadamente R$ 200 milhões em comparação com o ano anterior.

O diretor financeiro, Valdecir de Souza, explicou que os investimentos visam a modernização administrativa e a adoção de práticas de gestão alinhadas às de grandes entidades internacionais como a FIFA. O presidente Samir Xaud ressaltou que a prioridade atual é a reorganização financeira e a quitação de débitos trabalhistas e com clubes, buscando consolidar bases para o futuro, mesmo diante do déficit pontual.

CBF registra déficit de R$ 182,5 milhões em 2025, apesar do aumento na receita

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CBF fecha 2025 com déficit de R$ 182,5 milhões apesar de alta na arrecadação

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A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) encerrou o exercício financeiro de 2025 com um saldo negativo de R$ 182,5 milhões. O resultado, aprovado em assembleia geral com as 27 federações estaduais na última segunda-feira (27/4), representa uma inversão de cenário em relação ao superávit de R$ 107 milhões apurado em 2024.

O aumento expressivo das despesas operacionais ao longo do período é apontado como o principal fator para o déficit. Entre os gastos que impactaram as contas, destaca-se o pagamento de R$ 80 milhões ao Icasa. Este valor é resultado de uma decisão judicial referente à não participação do clube na elite do futebol nacional em 2014.

A disputa judicial que originou o pagamento ao Icasa remonta à Série B de 2013, quando o clube cearense questionou a permanência do Figueirense na competição devido a uma suposta escalação irregular do jogador Luan. A indenização foi efetuada pela entidade mais de uma década após o ocorrido.

Mesmo excluindo a quantia paga ao Icasa, o resultado financeiro da CBF ainda seria deficitário, ultrapassando a marca de R$ 100 milhões. A justificativa apresentada pela confederação para os gastos elevados reside em investimentos voltados à regularização de passivos herdados de gestões anteriores.

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As operações da Seleção Brasileira também tiveram influência nas finanças. A gestão do técnico Carlo Ancelotti demandou um volume maior de viagens para compromissos oficiais, incluindo jogos das Eliminatórias e amistosos. Esses deslocamentos geraram custos logísticos de R$ 27 milhões.

Adicionalmente, a entidade destinou R$ 13 milhões para ações de marketing e R$ 9 milhões para áreas de tecnologia e consultoria institucional, esportiva e jurídica. Outro fator que afetou o fluxo de caixa foi a antecipação de receitas do contrato com a Nike. Esses valores, contabilizados no exercício anterior, reduziram a entrada de recursos em 2025.

Apesar do resultado final negativo, a arrecadação total da CBF apresentou crescimento. A receita bruta alcançou R$ 1,7 bilhão, um aumento de aproximadamente R$ 200 milhões em comparação com o ano anterior.

O diretor financeiro, Valdecir de Souza, ressaltou que os gastos fazem parte de um plano de modernização administrativa, com o objetivo de aumentar a eficiência e alinhar a CBF às práticas de grandes organizações do futebol mundial, como a FIFA.

O presidente Samir Xaud enfatizou que a prioridade atual é a reorganização financeira e a quitação de débitos trabalhistas e com clubes. Segundo ele, a estratégia visa estabelecer bases sólidas para conquistas futuras, mesmo diante do déficit registrado no período.

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CBF fecha 2025 com déficit de R$ 182,5 milhões apesar de alta na arrecadação

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