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Gestão Tarcísio zera contas de moradia e serviços essenciais para idosos em vulnerabilidade em SP

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Milhares de idosos em São Paulo serão beneficiados a partir de 2026 com a isenção de despesas de aluguel, energia elétrica e água. A iniciativa faz parte do programa Longa Vida, uma política pública estadual voltada para a segurança habitacional e o acolhimento de pessoas idosas em situação de vulnerabilidade social, especialmente aquelas com vínculos familiares fragilizados.

Administrado pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (SDUH), o programa representa um aprimoramento do antigo Vila Dignidade, criado em 2009. O objetivo é garantir que os idosos beneficiados recebam moradia sem a necessidade de arcar com custos de aluguel, que frequentemente consomem uma parcela significativa de suas rendas.

Além da gratuidade da moradia, os contemplados pelo programa também não terão custos com o consumo de luz e água. A seleção dos beneficiários é realizada pelas prefeituras dos municípios que aderem à iniciativa. Essas cidades são responsáveis por ceder os terrenos para a construção dos empreendimentos, que são executados pela Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU). Após a conclusão, a gestão e manutenção dos conjuntos habitacionais também ficam a cargo dos municípios, com apoio da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Social (SEDS).

O programa Longa Vida não visa apenas oferecer conforto, mas também estabelecer uma rede de apoio entre os moradores. Em muitos casos, os conjuntos habitacionais proporcionam um ambiente de convívio e amizade, combatendo o isolamento social. Um relato de uma moradora destacou a importância dessa convivência: “Aqui é como uma família. Um se preocupa com o outro. A gente tem muita amizade e minha casa sempre tem gente. Às vezes, vem um, vem outro, então tem sempre gente aqui, é muito legal”.

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Para se tornar elegível ao programa, os idosos em cidades paulistas devem apresentar sua situação de vulnerabilidade social aos municípios. Durante os processos seletivos, as prefeituras analisam os candidatos de baixa renda, considerando fatores como renda e estrutura familiar para identificar o grau de fragilidade social de cada indivíduo.

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Leda Nagle apoia flexibilização do trabalho infantil e minimiza polêmica: ‘Sem drama’

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A jornalista Leda Nagle gerou repercussão nas redes sociais ao manifestar apoio à declaração do pré-candidato à Presidência e ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, sobre a flexibilização da legislação referente ao trabalho infantil no Brasil. Em sua conta na plataforma X (antigo Twitter), no último domingo (3 de maio), Nagle defendeu a visão de Zema, que sugeriu mudanças na lei.

Leda Nagle relatou experiências pessoais para embasar seu ponto de vista. Ela afirmou que começou a trabalhar aos 9 ou 10 anos de idade, auxiliando os pais em um armazém de sua família. “Falo por experiência própria. Trabalhei desde muito cedo junto com meu pai e minha mãe no nosso Armazém Mineiro a partir dos 9 e 10 anos. Ia ao Instituto Santos Anjos de manhã, fazia os deveres de casa no balcão do armazém e depois atendia fregueses junto com meus pais, pesando arroz, feijão (que na época eram vendidos a granel) e fazia pequenas entregas”, detalhou.

A declaração da jornalista foi uma resposta a um vídeo divulgado no Dia do Trabalhador (1º de maio), onde Romeu Zema, em um podcast, expressou sua intenção de alterar a legislação brasileira. Ele mencionou exemplos de outros países, como os Estados Unidos, onde crianças entregam jornais. “Lá fora, nos Estados Unidos, criança sai entregando jornal, recebe lá não sei quantos centavos por cada jornal entregue, no tempo que tem. Aqui é proibido, né? Você está escravizando criança. Então é lamentável. Mas tenho certeza de que nós vamos mudar”, disse Zema.

A jornalista concluiu seu posicionamento com a frase: “Tenho belas lembranças desta época. Éramos fortes, unidos e felizes. Sem drama”. A publicação, no entanto, provocou uma onda de comentários negativos por parte dos internautas.

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Atualmente, a legislação brasileira, em conformidade com a Constituição Federal e o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), proíbe o trabalho para menores de 16 anos. A exceção é para quem atua na condição de aprendiz, a partir dos 14 anos. O trabalho forçado, insalubre ou perigoso pode acarretar penas de reclusão de 2 a 8 anos.

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Ex-parceira de funkeiro polêmico surge como aposta para “A Fazenda 18”

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Os preparativos para a 18ª edição de “A Fazenda”, reality show de sucesso da Record TV, já estão a todo vapor, mesmo com a exibição de “A Casa do Patrão” ainda em andamento. A produção, sob o comando de Adriane Galisteu, busca repetir a fórmula de sucesso que envolve a participação de personalidades com histórico de polêmicas e forte presença nas redes sociais, visando gerar o máximo de engajamento e repercussão.

Neste cenário, uma influenciadora digital com um passado controverso ao lado de um renomado nome do funk paulista chamou a atenção da equipe de seleção. Fontes internas revelam que a criadora de conteúdo, que atualmente expande sua carreira para a atuação, e sua assessoria foram convidadas para uma reunião na sede da emissora, em Barra Funda. O encontro servirá para apresentar em detalhes o formato do programa, a dinâmica das provas e as condições contratuais, além de sondar o interesse genuíno da influenciadora em integrar o elenco.

A escolha de participantes com potencial para gerar discussões e movimentar o público é uma estratégia consolidada da Record, que busca consolidar a força de seu reality rural diante da concorrência, especialmente com o sucesso contínuo do “BBB” da TV Globo. A emissora almeja atrair um elenco que garanta alta popularidade, desperte o interesse de patrocinadores e mantenha o público fiel tanto na televisão quanto nas plataformas digitais.

Até o momento, a Record não oficializou nenhum nome para “A Fazenda 18”. A equipe de produção continua em processo de análise de diversos perfis e também recebe sugestões de empresários. O objetivo é superar os resultados da edição anterior, que consagrou Dudu Camargo como o grande campeão, levando para casa o prêmio de R$ 2 milhões. A expectativa é de que a nova temporada reúna um time ainda mais forte e capaz de gerar ainda mais repercussão.

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Mansão de Juliette no Rio de Janeiro: um refúgio que une natureza, raízes nordestinas e modernidade

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A cantora e ex-BBB Juliette Freire, que nasceu em Campina Grande, Paraíba, e viu sua vida se transformar após a vitória no “BBB21”, abriu as portas de sua residência de alto padrão no Rio de Janeiro. A casa, situada na Barra da Tijuca, Zona Sudoeste da cidade, é um reflexo de sua personalidade e de suas origens, combinando elementos da natureza com a cultura nordestina.

Em entrevista à revista Casa Vogue, Juliette revelou que a mansão é compartilhada com cerca de uma dúzia de pessoas, incluindo seu noivo, o atleta de crossfit Kaique Cerveny, sua mãe e alguns sobrinhos. A escolha do Rio de Janeiro como moradia não a fez, contudo, se distanciar de suas raízes paraibanas.

A residência foi concebida como um santuário pessoal, priorizando a ventilação natural e o contato direto com o verde. “A casa tem jardim, é um lugar em que consigo ter contato com a natureza. A primeira coisa era ventilação, natureza e elementos do Nordeste que me trouxessem memória afetiva e fossem modernos”, explicou a artista.

Juliette destacou que a concepção arquitetônica do espaço contou com a colaboração de profissionais que entendem sua identidade, incluindo arquitetos e amigas de sua terra natal. O resultado é um ambiente que descreve como “uma mistura de modernidade e tradição”.

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“Desde que saí do reality, andei por vários lugares, mas sempre entendi que queria um lugar com natureza, mar e calor, para trazer esse aconchego do Nordeste. Quando vim ao Rio, em um momento com minhas amigas, a gente se emocionou muito. Falei: ainda vou morar aqui”, relembrou.

A influenciadora digital ressaltou que a decoração da casa é permeada por objetos e obras de arte oriundos de João Pessoa e de diversas outras localidades nordestinas. “São elementos que fazem parte da minha cultura e do meu povo. Queria que tivesse memória afetiva e que, ao mesmo tempo, fosse moderno”, declarou.

Mansão de Juliette no Rio de Janeiro: um refúgio que une natureza, raízes nordestinas e modernidade

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