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Mãe de ex-apresentadora da Gazeta celebra união com ex-cônjuge presente

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Marinês Rodrigues, mãe da jornalista e ex-apresentadora do programa ‘Mulheres’, da TV Gazeta, Pamela Domingues, celebrou recentemente sua união em uma cerimônia que reuniu a família, incluindo a presença notável de seu ex-marido.

Pamela Domingues, que teve uma trajetória de duas décadas na emissora, compartilhou em suas redes sociais momentos do enlace, destacando a harmonia familiar. A própria jornalista marcou presença no evento vestindo um elegante traje fúcsia com detalhes em babados. O filho de Pamela, o pequeno Bento, de apenas dois anos, teve o papel de pajem, adicionando um toque especial à ocasião.

Vale lembrar que Marinês Rodrigues possui um histórico ligado à TV Gazeta, tendo atuado como diretora da emissora. Pamela Domingues, por sua vez, seguiu os passos na comunicação, culminando na apresentação do ‘Mulheres’, programa que já foi conduzido por nomes como Cátia Fonseca e Regina Volpato, e que atualmente tem Gloria Vanique em seu comando.

A cerimônia, além de celebrar a nova fase de Marinês Rodrigues, evidenciou a união e o afeto entre os membros da família, com a presença do pai de Pamela Domingues, reforçando os laços.

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PF Pede Prisão Preventiva de MCs e Influenciadores Após Habeas Corpus na Operação Narcofluxo

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Apesar de ter obtido um habeas corpus que garantia a liberdade, os investigados na Operação Narcofluxo podem ter seu alívio momentâneo interrompido. Em uma manobra estratégica, a Polícia Federal solicitou à Justiça a prisão preventiva de figuras como MC Ryan SP, MC Poze do Rodo e Raphael Sousa, este último ligado à página Choquei, além de outros influenciadores envolvidos em um esquema bilionário de lavagem de dinheiro.

Caso o pedido da PF seja acatado, a decisão reverterá o benefício do habeas corpus, potencialmente mantendo os acusados detidos por tempo indeterminado. A celeridade da resposta policial se deve à minuciosa análise dos materiais apreendidos desde o início da megaoperação, deflagrada em 15 de abril.

Segundo informações da corporação, a análise preliminar do material coletado já forneceu indícios significativos que fortalecem a posição da Polícia Federal para endurecer as medidas cautelares contra os suspeitos. Os investigadores consideram que há elementos suficientes, com o progresso das apurações e a análise de provas, para converter as prisões temporárias em preventivas.

Para fundamentar a solicitação de manutenção da custódia, a PF argumenta que a liberação dos envolvidos representa um risco concreto à ordem pública, especialmente diante da magnitude do esquema investigado e do vultoso volume financeiro envolvido nas operações de lavagem de dinheiro.

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Suspeito de Feminicídio Contra Ex-Candidata ao Miss Bahia Tinha Histórico de Violência

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Um homem de 32 anos, identificado como Endreo Lincoln Ferreira da Cunha, foi preso sob a suspeita de assassinar sua namorada, Ana Luiza Mateus, de 29 anos, ex-candidata ao Miss Bahia e influenciadora digital. O crime ocorreu em um apartamento na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro. A investigação revelou que o suspeito possuía um passado de violência e abuso sexual contra uma ex-companheira.

Em outubro do ano passado, Endreo Lincoln já havia sido detido no Mato Grosso do Sul. Na ocasião, ele mantinha uma ex-namorada em cárcere privado e a submetia a agressões físicas e abuso sexual. A vítima sofreu ferimentos graves, incluindo traumatismo craniano, decorrentes dos atos de violência.

Em depoimento à polícia, a ex-companheira relatou ter sido estrangulada com um cinto e que o agressor demonstrava forte possessividade e ciúmes, forçando-a a confessar antigos relacionamentos. As agressões resultaram na perda parcial da visão de um de seus olhos.

“Ele dizia que ia me matar numa fazenda e, depois, me jogaria do alto de uma cachoeira. Ele passou horas falando para mim as formas como ele ia me matar. Levei muito tempo para convencê-lo a me deixar ir a uma UPA, estava muito machucada. Ele permitiu, mas ficou com todos os meus pertences, até meu cachorro. Depois, sumiu. Só voltei a saber dele agora, com a notícia da Ana”, declarou a ex-namorada.

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Segundo a apuração policial, Endreo Lincoln teria empurrado Ana Luiza Mateus da janela do 13º andar após uma discussão. Ele foi preso em flagrante e levado à Delegacia de Homicídios da Capital (DHC). No mesmo dia, o suspeito foi encontrado morto em sua cela.

O relacionamento entre Ana Luiza e Endreo era recente, com cerca de três meses de duração. Eles se conheceram em um shopping na Barra da Tijuca e começaram a namorar pouco depois do Carnaval. O suspeito teria se apresentado com o nome do irmão e afirmado cursar Medicina, informação que foi desmentida pela polícia após sua identificação.

Testemunhas informaram ao delegado Renato Martins, responsável pela investigação, que o casal vivia uma relação conturbada, com brigas frequentes. Na noite do crime, vizinhos ouviram ao menos duas discussões, que teriam sido motivadas pela compra de uma passagem para Teixeira de Freitas, cidade natal de Ana, na Bahia. A viagem seria uma tentativa da vítima de se afastar do relacionamento.

A investigação aponta que Endreo foi visto saindo do imóvel de forma agressiva, chegando a socar uma porta do condomínio. Ele teria retornado ao apartamento após trocar mensagens com a vítima, dando início a uma nova discussão. Moradores acionaram a portaria devido ao barulho, mas ao chegarem ao local, Ana Luiza já estava morta.

“Quando a gente chegou, ele estava chorando e ensanguentado ao lado da vítima. Ele foi até lá e mexeu na posição do corpo. Mexeu em diversas situações. Para nós, tudo isso foi feito para tentar despistar a perícia. Temos outros elementos e condições técnicas que demonstram que a vítima foi impulsionada para a queda”, afirmou o delegado Renato Martins.

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Em seu depoimento, o suspeito confessou sentir ciúmes da influenciadora e se incomodar com a exposição dela nas redes sociais, onde possuía mais de 40 mil seguidores e realizava parcerias comerciais. “Ele relatou que tinha ciúmes da vítima. Disse que ela era muito assediada e que ele não conseguia superar isso. Essa insegurança que ele tinha fazia com que ele tentasse restringir a vítima, que a tentasse controlar. Ele não gostava, inclusive, que a vítima saísse sozinha. Isso tudo acabou levando a esta tragédia”, concluiu o delegado.

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FBI Realiza Missão Internacional para Resgatar Criança Americana Levada a Cuba

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Uma operação sigilosa do FBI culminou no resgate de uma criança americana de 10 anos, que teria sido levada ilegalmente para Cuba por sua genitora transgênero e a companheira. A missão internacional, que envolveu o uso de uma aeronave do Departamento de Justiça dos EUA, chamou a atenção de observadores da aviação ao decolar de Virgínia com destino direto à ilha caribenha, uma rota incomum que gerou especulações.

Documentos judiciais posteriormente revelaram que o voo não se tratava de diplomacia ou outras ações governamentais, mas sim de uma complexa operação de busca e recuperação. As duas mulheres, identificadas como Rose (42 anos) e Blue Inessa-Ethington (32 anos), residentes em Utah, foram detidas em solo cubano e enfrentam acusações federais de sequestro.

Segundo relatos, Rose, que detém a guarda compartilhada com a mãe biológica da criança, identificada nos autos como “LB”, supostamente planejou a viagem sob o pretexto de uma excursão de acampamento ao Canadá. No entanto, o plano teria desviado para o México e, subsequentemente, para Cuba, com o objetivo de submeter a criança a procedimentos médicos relacionados à transição de gênero.

A investigação, detalhada por um agente do FBI em declaração judicial, aponta para um planejamento elaborado, com custos estimados em US$ 10.000. Acredita-se que as suspeitas tenham convencido a mãe biológica de que fariam uma viagem de lazer, mas acabaram cruzando fronteiras internacionais sem o consentimento dela.

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Especialistas em sequestro parental consideraram a mobilização de uma aeronave governamental para tal situação como um evento de extrema raridade. “Isso é bizarro, extremamente incomum”, afirmou Jay Groob, presidente de uma empresa especializada em recuperação de crianças, destacando a magnitude da operação.

O caso ganha contornos ainda mais sensíveis em meio ao acirrado debate nos Estados Unidos sobre procedimentos de afirmação de gênero em menores. Relatos indicam que familiares expressaram apreensão quanto à possibilidade de a criança, descrita como um “menino biológico de 10 anos que se identifica como menina”, ser submetida a cirurgia antes do início da puberdade em Cuba.

Com o apoio das autoridades cubanas, Rose e Blue foram localizadas e detidas. A criança foi recuperada e retornou à sua mãe biológica em Utah no dia seguinte. A Procuradoria dos EUA em Utah expressou gratidão às autoridades policiais pela rápida resolução do caso. As acusadas foram posteriormente transportadas para a Virgínia em uma aeronave do Departamento de Justiça.

Registros indicam que a criança passava períodos com ambas as mães. A mãe biológica relatou que a viagem para o Canadá, anunciada no final de março, nunca se concretizou, e o contato com ela foi interrompido. A data prevista para o retorno da criança, 3 de abril, não foi cumprida, configurando uma violação do acordo de custódia.

As investigações revelaram que o grupo atravessou a fronteira dos EUA para o México e, em seguida, seguiu para Cuba. Documentos apreendidos na residência das acusadas sugerem um planejamento meticuloso, incluindo a organização financeira, o aprendizado do idioma espanhol e a obtenção de vistos. Foram encontrados também materiais relacionados a orientações sobre “cuidados médicos de afirmação de gênero para crianças” e um comprovante de pagamento por serviços nessa área.

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Um tribunal estadual já havia determinado o retorno imediato da criança à mãe biológica, concedendo a ela a guarda exclusiva. As autoridades cubanas confirmaram a localização do grupo dias depois.

Registros indicam que parentes acusaram Rose de influenciar a criança em relação à sua identidade de gênero. A falta de intenção de retorno aos Estados Unidos pode caracterizar uma violação das leis internacionais de sequestro parental.

O irmão de Rose relatou que ela insistia na realização da cirurgia de transição desde que a criança tinha aproximadamente 5 anos, afirmando que, embora apoiasse a identidade de gênero da criança, a iniciativa parecia partir de Rose. A advogada da mãe biológica corroborou que a questão da cirurgia já era um ponto de discórdia durante o processo de divórcio, e a mãe temia não ver mais a criança.

FBI Realiza Missão Internacional para Resgatar Criança Americana Levada a Cuba

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