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Ernesto Paglia assume o comando do Roda Viva em fevereiro

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A TV Cultura confirmou Ernesto Paglia como o novo apresentador do tradicional programa de entrevistas Roda Viva. A informação, inicialmente divulgada pela jornalista Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo, indica que Paglia fará sua estreia em fevereiro, logo após o período de Carnaval. As últimas edições conduzidas por Vera Magalhães, que esteve à frente do programa por seis anos, serão exibidas até o final de janeiro.

Com uma carreira consolidada de mais de quatro décadas na Globo, onde atuou como repórter e documentarista, Ernesto Paglia deixou a emissora em 2023, mantendo colaborações pontuais. A oportunidade na TV Cultura representa um novo capítulo em sua trajetória, liderando um dos palcos de debate mais respeitados do país. “Tenho a honra de ser o novo apresentador do programa de entrevistas mais prestigiado e tradicional da TV brasileira, o Roda Viva. Estou muito feliz, e o meu compromisso com o público será manter o alto nível conquistado pelo programa nos seus 40 anos de história”, declarou Paglia.

Maria Ângela de Jesus, presidente da Fundação Padre Anchieta, destacou que a escolha de Paglia está em sintonia com o momento de renovação da emissora. “O nome de Paglia é fruto de uma decisão da diretoria executiva e vem ao encontro da renovação que buscamos nesse momento. Com sua ampla experiência e competência, ele irá fortalecer o compromisso da TV Cultura com um debate plural e relevante.” Segundo ela, o Roda Viva, que já teve 14 apresentadores em seus 40 anos de existência, passa por ciclos naturais de mudança para manter seu caráter inovador e plural.

Vera Magalhães, que liderou o Roda Viva em um período marcado pela discussão de temas centrais do debate público, encerra seu ciclo no comando do programa. A direção da emissora informou que sua saída faz parte de uma estratégia editorial para oxigenar a atração.

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Paglia vê o convite como uma chance de expandir sua carreira e encarar novos desafios. “Prova de que é possível fazer coisas novas, mesmo depois de tanto tempo de profissão.” O jornalista, que completará 45 anos de carreira em 2026, assume o Roda Viva com a missão de dar continuidade à tradição de entrevistas aprofundadas e discussões relevantes para o público brasileiro.

Ernesto Paglia assume o comando do Roda Viva em fevereiro

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MC Brinquedo: Transformação Radical Após Conversão ao Evangelho Levanta Reflexão e Apelo aos Jovens

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Vinícius Ricardo de Santos Moura, anteriormente conhecido como MC Brinquedo, tem compartilhado com seus seguidores os profundos desdobramentos de sua recente conversão ao evangelho e o encerramento de sua carreira no funk. Em uma comunicação pública nesta segunda-feira (4), o artista expressou o quão drástica tem sido sua transformação pessoal, a ponto de, por vezes, não se reconhecer ao observar registros de seu passado.

Em seu relato, proferido a caminho de um culto religioso, Vinícius detalhou a magnitude da mudança operada em sua vida. “Rapaz, é verdade isso aí, essa mudança que o Espírito Santo faz. Vou ser sincero, nem eu às vezes me reconheço assim. Olho as fotos agora e falo: caramba. Agora, essa pessoa aí… Não sabia!”, declarou o ex-funkeiro, ressaltando que sua mensagem é direcionada especialmente aos jovens que o acompanham.

O artista também estendeu sua mensagem a um público específico: jovens que sentem receio de frequentar a igreja devido a preconceitos relacionados à aparência e vestimentas. “Tem muita pessoa também que me acompanha, que já foi da presença, mas tem um certo receio de renunciar por conta das vestes”, observou Vinícius. Ele compartilhou sua própria experiência, enfatizando que sua aceitação por parte de Deus ocorreu em sua condição atual: “Eu tô assim agora. Deus me chamou assim, mas tem dia que eu quero pôr uma camiseta, uma camisa de botão e assim vai, não se prende nisso não. Deus é um só e ele tá mais na procura de pessoas como eu era do que quem tá lá dentro achando que é perfeito”, concluiu.

A decisão de Vinícius em abandonar o funk e abraçar a fé cristã foi amplamente divulgada em suas redes sociais, onde ele apresentou uma carta aberta explicando os motivos de sua escolha, surpreendendo muitos de seus admiradores.

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MC Brinquedo: ‘Nem eu me reconheço’ após conversão, ex-funkeiro desabafa e faz apelo a jovens

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Vinícius Ricardo de Santos Moura, conhecido artisticamente como MC Brinquedo, tem compartilhado com seus seguidores os desdobramentos de sua recente conversão ao evangelho e o encerramento de sua carreira no funk. Em uma manifestação pública no último domingo (4 de maio), o artista expressou a profundidade de sua transformação, a ponto de, segundo ele, às vezes não se reconhecer ao rever imagens de seu passado.

A caminho de um culto, Vinícius fez um desabafo em vídeo, onde relatou a mudança operada em sua vida. “Estou indo cultuar agora e rapaz, é verdade isso aí, essa mudança que o Espírito Santo faz, vou ser sincero, nem eu às vezes me reconheço assim, olha as fotos agora eu falo caraca. Agora, essa pessoa aí. Não sabia!”, declarou o ex-funkeiro.

O artista utilizou a própria experiência como ferramenta de incentivo para os jovens que o acompanham. Ele abordou especificamente aqueles que, por receio de julgamentos ou estigmas relacionados à aparência, evitam frequentar templos religiosos. “Tem muita pessoa também que me acompanha, que já foi da presença, mas tem um certo receio de renunciar por conta das vestes. Eu tô assim agora. Deus me chamou assim, mas tem dia que eu quero pôr uma camiseta, uma camisa de botão e assim vai, não se prende nisso não”, aconselhou.

MC Brinquedo enfatizou que a busca de Deus por pessoas autênticas é mais relevante do que a perfeição aparente. “Deus é um só e ele tá mais na procura de pessoas como eu era do que quem tá lá dentro achando que é perfeito”, concluiu, reforçando sua mensagem de acolhimento e transformação espiritual.

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Leda Nagle apoia flexibilização do trabalho infantil e minimiza polêmica: ‘Sem drama’

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A jornalista Leda Nagle gerou repercussão nas redes sociais ao manifestar apoio à declaração do pré-candidato à Presidência e ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, sobre a flexibilização da legislação referente ao trabalho infantil no Brasil. Em sua conta na plataforma X (antigo Twitter), no último domingo (3 de maio), Nagle defendeu a visão de Zema, que sugeriu mudanças na lei.

Leda Nagle relatou experiências pessoais para embasar seu ponto de vista. Ela afirmou que começou a trabalhar aos 9 ou 10 anos de idade, auxiliando os pais em um armazém de sua família. “Falo por experiência própria. Trabalhei desde muito cedo junto com meu pai e minha mãe no nosso Armazém Mineiro a partir dos 9 e 10 anos. Ia ao Instituto Santos Anjos de manhã, fazia os deveres de casa no balcão do armazém e depois atendia fregueses junto com meus pais, pesando arroz, feijão (que na época eram vendidos a granel) e fazia pequenas entregas”, detalhou.

A declaração da jornalista foi uma resposta a um vídeo divulgado no Dia do Trabalhador (1º de maio), onde Romeu Zema, em um podcast, expressou sua intenção de alterar a legislação brasileira. Ele mencionou exemplos de outros países, como os Estados Unidos, onde crianças entregam jornais. “Lá fora, nos Estados Unidos, criança sai entregando jornal, recebe lá não sei quantos centavos por cada jornal entregue, no tempo que tem. Aqui é proibido, né? Você está escravizando criança. Então é lamentável. Mas tenho certeza de que nós vamos mudar”, disse Zema.

A jornalista concluiu seu posicionamento com a frase: “Tenho belas lembranças desta época. Éramos fortes, unidos e felizes. Sem drama”. A publicação, no entanto, provocou uma onda de comentários negativos por parte dos internautas.

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Atualmente, a legislação brasileira, em conformidade com a Constituição Federal e o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), proíbe o trabalho para menores de 16 anos. A exceção é para quem atua na condição de aprendiz, a partir dos 14 anos. O trabalho forçado, insalubre ou perigoso pode acarretar penas de reclusão de 2 a 8 anos.

Leda Nagle apoia flexibilização do trabalho infantil e minimiza polêmica: 'Sem drama'

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