Connect with us

Notícias

INSS: Aposentados com descontos indevidos têm prazo final para contestação e acordo

Published

on

Aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que identificaram cobranças indevidas em seus benefícios possuem um prazo crucial se aproximando para regularizar a situação. Um novo informe divulgado pela autarquia federal destaca a urgência na contestação de descontos não autorizados, com data limite estabelecida.

A oportunidade de contestar e aderir a um acordo para ressarcimento se estende até o dia 14 de fevereiro. Essa iniciativa governamental visa devolver aos beneficiários valores descontados de forma irregular, sem a necessidade de ingressar com ações judiciais. O pagamento das quantias devidas é realizado diretamente na conta do benefício, com correção monetária pela inflação (IPCA).

Até o momento, mais de 6 milhões de segurados já buscaram a correção de seus pagamentos, e o Governo Federal já efetuou a devolução de aproximadamente R$ 2,8 bilhões em valores desviados. A ação continua em andamento para garantir o retorno do dinheiro aos cofres dos aposentados e pensionistas.

Podem aderir ao acordo de ressarcimento os beneficiários que:

Advertisement
  • Contestaram descontos indevidos e não obtiveram resposta do INSS em até 15 dias úteis.
  • Receberam respostas consideradas irregulares pelo órgão, como comprovação de assinaturas falsificadas ou apresentação de gravações de áudio em vez de documentos válidos.
  • Sofreram descontos entre março de 2020 e março de 2025.
  • Possuem processos judiciais em andamento, desde que não tenham recebido os valores contestados (neste caso, é necessário desistir da ação para formalizar a adesão ao acordo).

Para realizar a contestação, os interessados podem utilizar o aplicativo Meu INSS, contatar a Central 135 ou comparecer às agências dos Correios. O prazo final para formalizar a contestação é 14 de fevereiro de 2026. Após a contestação, o beneficiário deve aguardar a resposta do INSS, que tem um prazo de até 15 dias úteis para ser emitida.

INSS: Aposentados com descontos indevidos têm prazo final para contestação e acordo

Continue Reading
Advertisement
Click to comment

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Notícias

MC Brinquedo: Transformação Radical Após Conversão ao Evangelho Levanta Reflexão e Apelo aos Jovens

Published

on

Vinícius Ricardo de Santos Moura, anteriormente conhecido como MC Brinquedo, tem compartilhado com seus seguidores os profundos desdobramentos de sua recente conversão ao evangelho e o encerramento de sua carreira no funk. Em uma comunicação pública nesta segunda-feira (4), o artista expressou o quão drástica tem sido sua transformação pessoal, a ponto de, por vezes, não se reconhecer ao observar registros de seu passado.

Em seu relato, proferido a caminho de um culto religioso, Vinícius detalhou a magnitude da mudança operada em sua vida. “Rapaz, é verdade isso aí, essa mudança que o Espírito Santo faz. Vou ser sincero, nem eu às vezes me reconheço assim. Olho as fotos agora e falo: caramba. Agora, essa pessoa aí… Não sabia!”, declarou o ex-funkeiro, ressaltando que sua mensagem é direcionada especialmente aos jovens que o acompanham.

O artista também estendeu sua mensagem a um público específico: jovens que sentem receio de frequentar a igreja devido a preconceitos relacionados à aparência e vestimentas. “Tem muita pessoa também que me acompanha, que já foi da presença, mas tem um certo receio de renunciar por conta das vestes”, observou Vinícius. Ele compartilhou sua própria experiência, enfatizando que sua aceitação por parte de Deus ocorreu em sua condição atual: “Eu tô assim agora. Deus me chamou assim, mas tem dia que eu quero pôr uma camiseta, uma camisa de botão e assim vai, não se prende nisso não. Deus é um só e ele tá mais na procura de pessoas como eu era do que quem tá lá dentro achando que é perfeito”, concluiu.

A decisão de Vinícius em abandonar o funk e abraçar a fé cristã foi amplamente divulgada em suas redes sociais, onde ele apresentou uma carta aberta explicando os motivos de sua escolha, surpreendendo muitos de seus admiradores.

Advertisement

MC Brinquedo: Transformação Radical Após Conversão ao Evangelho Levanta Reflexão e Apelo aos Jovens

Continue Reading

Notícias

MC Brinquedo: ‘Nem eu me reconheço’ após conversão, ex-funkeiro desabafa e faz apelo a jovens

Published

on

Vinícius Ricardo de Santos Moura, conhecido artisticamente como MC Brinquedo, tem compartilhado com seus seguidores os desdobramentos de sua recente conversão ao evangelho e o encerramento de sua carreira no funk. Em uma manifestação pública no último domingo (4 de maio), o artista expressou a profundidade de sua transformação, a ponto de, segundo ele, às vezes não se reconhecer ao rever imagens de seu passado.

A caminho de um culto, Vinícius fez um desabafo em vídeo, onde relatou a mudança operada em sua vida. “Estou indo cultuar agora e rapaz, é verdade isso aí, essa mudança que o Espírito Santo faz, vou ser sincero, nem eu às vezes me reconheço assim, olha as fotos agora eu falo caraca. Agora, essa pessoa aí. Não sabia!”, declarou o ex-funkeiro.

O artista utilizou a própria experiência como ferramenta de incentivo para os jovens que o acompanham. Ele abordou especificamente aqueles que, por receio de julgamentos ou estigmas relacionados à aparência, evitam frequentar templos religiosos. “Tem muita pessoa também que me acompanha, que já foi da presença, mas tem um certo receio de renunciar por conta das vestes. Eu tô assim agora. Deus me chamou assim, mas tem dia que eu quero pôr uma camiseta, uma camisa de botão e assim vai, não se prende nisso não”, aconselhou.

MC Brinquedo enfatizou que a busca de Deus por pessoas autênticas é mais relevante do que a perfeição aparente. “Deus é um só e ele tá mais na procura de pessoas como eu era do que quem tá lá dentro achando que é perfeito”, concluiu, reforçando sua mensagem de acolhimento e transformação espiritual.

Advertisement

MC Brinquedo: 'Nem eu me reconheço' após conversão, ex-funkeiro desabafa e faz apelo a jovens

Continue Reading

Notícias

Leda Nagle apoia flexibilização do trabalho infantil e minimiza polêmica: ‘Sem drama’

Published

on

A jornalista Leda Nagle gerou repercussão nas redes sociais ao manifestar apoio à declaração do pré-candidato à Presidência e ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, sobre a flexibilização da legislação referente ao trabalho infantil no Brasil. Em sua conta na plataforma X (antigo Twitter), no último domingo (3 de maio), Nagle defendeu a visão de Zema, que sugeriu mudanças na lei.

Leda Nagle relatou experiências pessoais para embasar seu ponto de vista. Ela afirmou que começou a trabalhar aos 9 ou 10 anos de idade, auxiliando os pais em um armazém de sua família. “Falo por experiência própria. Trabalhei desde muito cedo junto com meu pai e minha mãe no nosso Armazém Mineiro a partir dos 9 e 10 anos. Ia ao Instituto Santos Anjos de manhã, fazia os deveres de casa no balcão do armazém e depois atendia fregueses junto com meus pais, pesando arroz, feijão (que na época eram vendidos a granel) e fazia pequenas entregas”, detalhou.

A declaração da jornalista foi uma resposta a um vídeo divulgado no Dia do Trabalhador (1º de maio), onde Romeu Zema, em um podcast, expressou sua intenção de alterar a legislação brasileira. Ele mencionou exemplos de outros países, como os Estados Unidos, onde crianças entregam jornais. “Lá fora, nos Estados Unidos, criança sai entregando jornal, recebe lá não sei quantos centavos por cada jornal entregue, no tempo que tem. Aqui é proibido, né? Você está escravizando criança. Então é lamentável. Mas tenho certeza de que nós vamos mudar”, disse Zema.

A jornalista concluiu seu posicionamento com a frase: “Tenho belas lembranças desta época. Éramos fortes, unidos e felizes. Sem drama”. A publicação, no entanto, provocou uma onda de comentários negativos por parte dos internautas.

Advertisement

Atualmente, a legislação brasileira, em conformidade com a Constituição Federal e o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), proíbe o trabalho para menores de 16 anos. A exceção é para quem atua na condição de aprendiz, a partir dos 14 anos. O trabalho forçado, insalubre ou perigoso pode acarretar penas de reclusão de 2 a 8 anos.

Leda Nagle apoia flexibilização do trabalho infantil e minimiza polêmica: 'Sem drama'

Continue Reading
Advertisement

Mais Lidas

Copyright © 2026 TVeMais